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Auxílio emergencial: Bolsonaro promete 4 parcelas de R$ 250 a partir de março

Gustavo Maia
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — Apesar de a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial ainda estar travada no Congresso, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, em transmissão ao vivo na internet, que o auxílio emergencial deve ser pago por quatro meses a partir de março, no valor de R$ 250.

Bolsonaro também disse que o governo trabalha em uma nova proposta para reformular o Bolsa Família a partir de julho, quando o novo auxílio for encerrado.

A PEC, que tramita no Senado, é a contrapartida exigida pelo governo para conceder o benefício em 2021. Bolsonaro estava ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que afiançou a "total preparação" do banco, do ponto de vista operacional, para pagar o auxílio "mais rápido ainda".

O presidente contou então que esteve nesta quinta com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e disse que "a princípio" o que está sendo disponiblizado são quatro parcelas a partir do mês que vem. Mas frisou que a proposta ainda está sendo discutida em conjunto com o Legislativo.

— Está sendo conversado ainda, em especial com os presidente da Câmara e do Senado, porque a gente tem que ter certeza de que o que nós acertarmos --vai ser em conjunto, não vai ser só eu e a equipe econômica, vai ser junto com o Legislativo também-- na ponta da linha aquilo seja honrado por todos nós. Porque a nossa capacidade de endividamente está, acredito, no limite — declarou Bolsonaro.

O presidente acrescentou que os quatro meses adicionais do auxílio, pago por nove meses no ano passado, são "pra ver se a economia pega de vez, pega pra valer". E anunciou a "nova proposta" para o Bolsa Família.

— A gente espera, no final desses quatro meses, ter uma nova proposta para o Bolsa Família, como é que vai ser o Bolsa Família a partir de julho. Essa que é a nossa intenção e trabalhamos nesse propósito — afirmou.