Mercado fechará em 6 h 56 min
  • BOVESPA

    108.013,47
    +1.345,81 (+1,26%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.823,23
    -408,97 (-0,77%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,79
    -0,17 (-0,20%)
     
  • OURO

    1.839,30
    -3,90 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    42.111,51
    +73,03 (+0,17%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.000,34
    +5,59 (+0,56%)
     
  • S&P500

    4.532,76
    -44,35 (-0,97%)
     
  • DOW JONES

    35.028,65
    -339,82 (-0,96%)
     
  • FTSE

    7.583,10
    -6,56 (-0,09%)
     
  • HANG SENG

    24.952,35
    +824,50 (+3,42%)
     
  • NIKKEI

    27.772,93
    +305,70 (+1,11%)
     
  • NASDAQ

    15.161,50
    +128,00 (+0,85%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1764
    +0,0090 (+0,15%)
     

Autoridades sanitárias dos EUA autorizam pílula anticovid da Pfizer

·2 min de leitura
Foto fornecida pela Pfizer em 16 de novembro de 2021 mostra a linha de produção de seu tratamento experimental anticovid Paxlovid, em Friburgo, Alemanha (AFP/Handout)

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) autorizou nesta quarta-feira (22) o comprimido contra a covid-19 da Pfizer, um passo importante na luta contra a pandemia, pois dá acesso a milhões de pessoas a um tratamento para a doença.

"A autorização de hoje apresenta o primeiro tratamento contra a covid-19 em forma de pílula, ingerida por via oral", disse a cientista da FDA Patrizia Cavazzoni em um comunicado.

"Esta aprovação proporciona uma nova ferramenta para lutar contra a covid-19 em um momento crítico da pandemia, no qual estão surgindo novas variantes", disse a funcionária da FDA.

A FDA autoriza este medicamento a pacientes de alto risco maiores de 12 anos.

O tratamento da Pfizer, chamado Paxlovid, consiste em duas pílulas diárias, tomadas durante cinco dias. Um teste clínico com 2.200 pessoas demonstrou, segundo a empresa, que é seguro e reduz em 88% a possibilidade de hospitalização e mortes em pessoas de risco.

Em uma medida incomum, a FDA não convocou seu habitual painel de especialistas independentes para revisar em profundidade os dados relacionados com a pílula da Pfizer antes desta autorização.

O tratamento da Pfizer já tinha sido autorizado anteriormente na União Europeia.

Os Estados Unidos já pagaram 10 milhões de tratamentos no valor de cerca de 5,3 bilhões de dólares.

A autorização ocorre em um momento em que os contágios de covid-19 aumentam nos Estados Unidos, impulsionados pela variante ômicron, a mais infecciosa vista até agora.

A variante, que contém múltiplas mutações, é mais capaz de escapar da imunidade conferida por uma infecção prévia e as autoridades sanitárias pedem que o público tome uma dose de reforço com vacinas de RNA mensageiro (RNAm) para um maior grau de proteção.

Diferentemente das vacinas, a pílula anticovid não se dirige à proteína 'spike', em constante evolução no coronavírus, que a usa para invadir as células.

Ainda se espera a autorização para outra pílula contra a doença, desenvolvida pela farmacêutica Merck, que também é administrada durante cinco dias.

Especialistas independentes votaram a favor deste tratamento por uma margem apertada, mas expressaram preocupações sobre sua segurança, como o dano potencial nos fetos em mulheres grávidas e o possível dano à cadeia de DNA.

Os dois tratamentos funcionam de forma diferente dentro do corpo e não se acredita que a pílula da Pfizer tenha o mesmo nível de riscos.

Grã-Bretanha e Dinamarca já deram luz verde ao tratamento da Merck.

ia-vgr/dga/llu/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos