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Autoridades dos EUA aceleram remoção de haitianos na fronteira com o México

·2 minuto de leitura

Por Alexandra Ulmer e Kristina Cooke

CIUDAD ACUÑA, México (Reuters) - Autoridades norte-americanas transferiram cerca de 2.000 pessoas para outras estações de processamento de imigrantes na última sexta-feira de uma cidade na fronteira do Texas que tem recebido um fluxo de imigrantes haitianos e de outros países, afirmou o Departamento de Segurança Nacional neste sábado.

Essas transferências continuarão “para garantir que imigrantes irregulares sejam rapidamente levados sob custódia, processados e removidos dos Estados Unidos, de acordo com nossas leis e políticas”, disse o departamento, em um comunicado.

Embora algumas dessas pessoas procurando empregos e segurança estejam se dirigindo aos Estados Unidos há semanas ou meses, apenas nos últimos dias a quantidade de imigrantes chegando a Del Rio, Texas, atraiu atenção generalizada, gerando um desafio humanitário e político para o governo Biden.

O Departamento de Segurança Nacional afirmou que, para responder à situação imposta por mais de 10.000 imigrantes abrigados sob a Ponte Internacional de Del Rio que conecta a cidade a Acuña, no México, estava acelerando voos ao Haiti e outros destinos nas próximas 72 horas.

O departamento disse estar trabalhando com países onde os imigrantes começaram suas jornadas --para muitos dos haitianos, países como Brasil e Chile-- para que eles aceitassem o retorno dos imigrantes.

Segundo o departamento, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA está enviando 400 agentes adicionais para o setor Del Rio nos próximos dias, depois que a agência de fronteira disse na sexta-feira que, devido ao influxo, estava fechando temporariamente o porto de entrada da cidade e redirecionando o tráfego para Eagle Pass, 92 km a leste.

Lafortune Similen, um haitiano de 40 anos, chegou à fronteira com sua esposa e filha de dois anos após uma viagem de seis semanas pelo México. Ele e sua esposa Marisose Molestine, 38, que disse ter deixado o Chile por causa do racismo e das poucas perspectivas de trabalho, afirmaram não saber o que aconteceria com eles depois que chegassem às margens do Rio Grande, nos Estados Unidos.

"Ouvi dizer que eles estavam mandando pessoas de volta, eu vi no Facebook", disse Similen antes que a família entrasse no rio, com água até os joelhos ao longo deste trecho.

Mas Wilson, um haitiano de 40 anos que deu apenas um nome, disse que viu uma mensagem no Facebook informando que as pessoas estavam sendo autorizadas a entrar nos Estados Unidos.

"É por isso que viemos", disse Wilson, que chegou à fronteira com sua esposa e filha na manhã de sábado. Ele disse que trabalhava na construção civil no Chile.

Quando ficou claro que as autoridades dos EUA estavam mandando migrantes de volta para suas pátrias fora do México, os policiais mexicanos começaram a pedir aos migrantes que compravam alimentos em Ciudad Acuña que retornassem ao lado americano do rio na manhã de sábado, disseram testemunhas à Reuters. Os migrantes argumentaram que precisavam de suprimentos e a polícia acabou cedendo.

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