Mercado abrirá em 2 h 20 min
  • BOVESPA

    101.915,45
    -898,58 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.698,72
    -97,58 (-0,20%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,54
    +2,36 (+3,57%)
     
  • OURO

    1.782,00
    +5,50 (+0,31%)
     
  • BTC-USD

    57.049,23
    +527,17 (+0,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.469,35
    +26,58 (+1,84%)
     
  • S&P500

    4.567,00
    -88,27 (-1,90%)
     
  • DOW JONES

    34.483,72
    -652,22 (-1,86%)
     
  • FTSE

    7.139,20
    +79,75 (+1,13%)
     
  • HANG SENG

    23.658,92
    +183,66 (+0,78%)
     
  • NIKKEI

    27.935,62
    +113,86 (+0,41%)
     
  • NASDAQ

    16.355,00
    +204,50 (+1,27%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3961
    +0,0261 (+0,41%)
     

Autoridades brasileiras temem longa interrupção de importações de carne bovina pela China, segundo jornal britânico

·2 min de leitura

Autoridades brasileiras estão muito preocupadas com o banimento da carne brasileira pela China. A suspensão das vendas para o gigante asiático pode reduzir o equivalent a US$ 4 bilhões em exportações anuais, segundo o Financial Times.

O Brasil interrompeu voluntariamente a exportação de carne para a China, seu maior mercado, no começo de setembro, depois da confirmação de dois casos da doença da vaca louca em duas fábricas distintas do setor.

A expectativa, no entanto, era que essa interrupção fosse revertida assim que Pequim avaliasse a situação e confirmasse que não havia transmissão. Mas a situação já se arrasta por quase seis semanas, deixando autoridades brasileiras e grandes frigoríficos preocupados.

Os impasses também colocam em risco o destino de cerca de cem mil toneladas de carne bovina brasileira que foi certificada antes da suspensão do comércio, mas posteriormente embarcada. Pequim se recusa a receber o carregamento.

Uma autoridade do Ministério da Agricultura brasileiro afirmou ao Financial Times que houve transparência com os representantes de saúde chineses e que o governo respondeu prontamente todas as demandas por informação.

— Nós requisitamos uma conferência técnica que não foi realizada. Elesafirmam estar analisando as informações que enviamos. A decisão não depende de nós, então não podemos definir uma data para a retomada das exportações de carne bovina para a China — afirma a fonte ao jornal britânico.

O Brasil é o maior exportador de carne do mundo, e os frigoríficos nacionais, como JBS e Marfrig, crescem rapidamente com o aumento de consumo de proteínas na China.

Entretanto, em 2020, Pequim parou de comprar carne de muitos frigoríficos brasileiros devido a temores de que a Covid-19 poderia ser "importado" para o país tendo em vista episódios de surtos do vírus nos estabelecimentos.

Entre janeiro e julho de 2021, o Brasil exportou 490 mil toneladas de carne bovina para a China, 8,6% a mais que no mesmo período de 2020, chegando a US$ 2,5 bilhões. Isso representa um aumento de 13,8% em relação ao ano passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes.

Na China, importadores disseram que uma longa interrupção nas importações de carne bovina brasileira teria um grande impacto, dada a magnitude das exportações. A expectativa, no entanto, é que as negociações sejam retomadas logo.

— A carne bovina brasileira responde por até um terço do nosso negócio, substituindo-a pelo aumento das importações de outros países da Escandinávia e do Cazaquistão — afirmou.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos