Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,83 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,39 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,98
    +1,48 (+1,79%)
     
  • OURO

    1.793,10
    +11,20 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    61.278,36
    +95,90 (+0,16%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,69 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,94 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.204,55
    +14,25 (+0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.126,93
    +109,40 (+0,42%)
     
  • NIKKEI

    28.804,85
    +96,27 (+0,34%)
     
  • NASDAQ

    15.324,00
    -154,75 (-1,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5808
    -0,0002 (-0,00%)
     

Autoridades do BCE reconhecem risco crescente sobre inflação

·2 minuto de leitura
Consumidores fazem compras em mercado local de Nantes, na França

FRANKFURT (Reuters) - Autoridades do Banco Central Europeu ainda veem o salto recente da inflação como temporário, mas um crescente número delas parece estar reconhecendo o risco de que o aumento dos preços possa superar suas projeções relativamente benignas.

A inflação atingiu 3% no mês passado, bem acima da meta de 2% do BCE, e pode chegar a 3,5% até novembro, mas o banco vê então uma queda rápida que pode levar a alta dos preços para abaixo de 2% por anos.

O aumento nos preços de commodities, gargalos de oferta e sinais crescentes de escassez de mão de obra, entretanto, são obstáculos para esse perfil dos preços ao consumidor.

O vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, defendeu esse cenário do BCE, mas destacou os riscos de alta e alertou que o banco precisa ser "muito vigilante" em relação ao risco de que as altas temporárias de preços possam se tornar permanentes.

"Alguns países na Europa têm aposentadorias e salários de autoridades públicas indexados à inflação", disse de Guindos em conferência online com o Financial Times.

"Isso precisa ser evitado porque, se há uma indexação clara da economia à evolução de um choque temporário...pode-se converter essa evolução temporária de alta da inflação a algo que seja muito mais permanente. E isso é algo que devemos evitar."

O presidente do banco central da Grécia, Yannis Stournaras, reconheceu que o aumento real dos preços pode superar a projeção do BCE, mas argumentou que isso não deveria forçar o banco a apertar a política monetária.

"Aceitamos que há um risco de alta em relação à inflação", disse Stournaras ao Politico em entrevista. "No passado, entretanto, projetamos para cima a inflação, esperando que isso a levasse em direção a 2% no médio prazo."

(Reportagem de Francesco Canepa e Balazs Koranyi)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos