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Autoridades do BCE divergem sobre impacto de estímulo dos EUA e perspectivas, dizem fontes

Francesco Canepa e Balazs Koranyi
·2 minuto de leitura
Sede do Banco Central Europeu (BCE) em Frankfurt

Por Francesco Canepa e Balazs Koranyi

FRANKFURT (Reuters) - As autoridades do Banco Central Europeu (BCE) discutiram sobre o impacto de um pacote norte-americano de 1,9 trilhão de dólares na economia da zona do euro e as perspectivas mais amplas para o bloco em sua reunião de política monetária desta semana, quando aumentaram o ritmo de seu estímulo, disseram cinco fontes à Reuters.

O BCE decidiu na quinta-feira acelerar a impressão de dinheiro para conter os custos dos empréstimos da zona do euro, sinalizando a céticos mercados que está determinado a construir a base para uma sólida recuperação econômica.

Mas a reunião mostrou certa divisão, principalmente na sessão informal de quarta-feira, disseram as fontes, com autoridades de países mais ricos e fortemente voltados para a manufatura dando um tom decisivamente mais otimista sobre a perspectiva de vacinação e a capacidade de adaptação da economia.

Um importante tópico de discussão foi o provável impacto das maiores medidas de estímulo econômico da história norte-americana na economia da zona do euro.

Algumas autoridades de política monetária alertaram que uma onda de pagamentos diretos às famílias norte-americanas provavelmente aumentará as expectativas de inflação e os rendimentos dos títulos da maior economia do mundo, elevando os custos de empréstimos da zona do euro como consequência, disseram as fontes.

Isso, assim como o pacote de estímulo comparativamente menor e mais lento alcançado pela União Europeia (UE), significa que a zona do euro correria o risco de ficar ainda mais atrás em relação à recuperação dos EUA. Dessa forma, o BCE deveria pisar no acelerador.

Mas as autoridades mais conservadoras argumentaram que uma maior renda disponível para as famílias norte-americanas se traduziria em maiores gastos com importações da zona do euro, beneficiando a economia da região e reduzindo a necessidade de generosidade do BCE.