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Autoridades do BCE buscam consenso sobre revisão de estratégia

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Banco Central Europeu entra na reta final de sua maior revisão de estratégia em quase duas décadas, com autoridades em busca de soluções para as principais divergências sobre a política monetária futura.

Membros do BCE se reúnem esta semana para discussões lançadas pela presidente da instituição, Christine Lagarde, no início de 2020, mas que foram adiadas pela pandemia de coronavírus.

Uma questão importante é chegar a um acordo sobre a nova formulação da meta de inflação do BCE, um tópico que dominou as análises de outros grandes bancos centrais, como o Federal Reserve dos EUA, após anos de desaceleração dos preços. O papel do BCE na batalha contra a mudança climática, bem como a forma de abordar um mercado de trabalho em constante evolução, também terá prioridade.

O debate começa com um jantar em Frankfurt na terça-feira e pode culminar em um anúncio já nesta semana se os obstáculos finais forem superados, de acordo com pessoas a par do assunto. Um porta-voz do BCE disse que a instituição planejou “várias reuniões que podem ser realizadas presencialmente caso os regulamentos de saúde e segurança permitirem”.

Um desafio é o número de pessoas e ideologias econômicas que precisam ser alinhadas. O Conselho do BCE, que inclui a comissão executiva de Lagarde e representantes de cada banco central da zona do euro, tem 25 membros em relação a 18 na última vez em que a política foi revisada, em 2003.

“Este é realmente um momento-chave. Eles não podem fazer essa revisão de estratégia sem o consentimento total do Conselho de Governadores”, disse David Marsh, presidente do Fórum Oficial de Instituições Monetárias e Financeiras, em Londres. “Isso de fato dá a algumas pessoas poder de veto. Os vetos devem ser usados com muito cuidado.”

Desde a última revisão, o mundo em torno do BCE também mudou drasticamente.

O bloco monetário enfrentou uma crise da dívida na esteira da turbulência financeira global que começou em 2008. Então, em um ambiente de taxas de juros em mínimas históricas, um número sem precedentes de inovações de políticas do BCE não conseguiu elevar a inflação rumo à meta de “abaixo, mas perto de, 2%”. Para completar, veio a Covid-19, que provocou a recessão mais grave já registrada na região.

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©2021 Bloomberg L.P.

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