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Autoridade sanitária dos EUA apoia vacina anticovid de reforço para trabalhadores em risco

·2 minuto de leitura
Dose da vacina Johnson & Johnson em Culver City, Califórnia, em 5 de agosto de 2021 (AFP/Patrick T. FALLON)

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos ignoraram, nesta sexta-feira (24), seu próprio painel de especialistas para apoiar o fornecimento de uma dose de reforço da vacina contra a covid-19 da Pfizer para pessoas que correm o risco de uma alta exposição ao vírus devido a seus trabalhos.

Na noite de quinta-feira, um comitê dos CDC se recusou a incluir esse grupo, que inclui professores e funcionários de supermercados, entre os destinatários da dose de reforço.

Mas a diretora da instituição, Rochelle Walensky, se manifestou contra essa resolução, num posicionamento incomum.

"Durante uma pandemia, mesmo sob condições de incerteza, devemos tomar medidas que acreditamos ser mais benéficas", declarou ela em um comunicado, lembrando que os CDC devem se basear em "dados complexos e, muitas vezes, imperfeitos".

Uma terceira dose para "pessoas com alto risco de contrair a doença", principalmente por meio do exercício de seu trabalho, bem como para outras populações em risco, como os idosos, é "a melhor forma de atender às necessidades da nação no campo da saúde pública", acrescentou Walensky.

Essa dose de reforço será então recomendada para pessoas com 65 anos ou mais de idade, bem como para aquelas com entre 18 e 64 anos de idade com fatores de risco para desenvolver uma forma grave da doença.

Essas mudanças refletem as vacilações e divisões na comunidade científica em torno da necessidade de uma terceira dose da vacina contra o coronavírus.

De fato, a opinião do comitê de especialistas semeou um pouco mais de confusão sobre a campanha de reforço da vacinação nos Estados Unidos.

Em um primeiro momento, em meados de agosto, o governo de Joe Biden anunciou que uma vasta campanha de reforço das vacinas Pfizer e Moderna seria lançada a partir de 20 de setembro para todos os adultos, sem distinção.

No entanto, na semana passada, os especialistas rejeitaram essa possibilidade.

Na quarta-feira, a Agência de Medicamentos (FDA) anunciou a autorização emergencial dessa dose de reforço para maiores de 65 anos e populações de "risco".

Mas como todas as vacinas são compradas e distribuídas por meio do governo dos EUA, a forma como são administradas está sujeita às diretrizes detalhadas dos CDC.

Aqueles que foram vacinados com os imunizantes da Moderna ou da Johnson & Johnson estão agora esperando para saber se receberão outra dose.

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