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Ausências de equipe hospitalar por covid dobram em um mês na Inglaterra

·2 min de leitura
Ambulâncias estacionadas no hospital Royal London, na capital britânica, em 28 de dezembro de 2021 (AFP/Hollie Adams)

As ausências de equipe hospitalar devido à covid-19 quase dobraram em um mês na Inglaterra, que enfrenta contaminações recordes, reforçando a pressão sobre o sistema de saúde à medida que as admissões aumentam.

Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra, o NHS England, no dia 26 de dezembro foram registradas mais de 24 mil ausências de pessoal em isolamento por infecção pelo coronavírus ou por caso de contato. No final de novembro, essa cifra estava em menos de 12 mil.

Esta falta de pessoal acontece no momento em que o número de pacientes hospitalizados com covid-19 não para de aumentar, com 1.900 internações anunciadas nesta sexta-feira, um aumento de 60% em comparação com a semana anterior.

Em um comunicado, o diretor médico do NHS, Stephen Powis, ressaltou que a magnitude da onda que começa a afetar os serviços hospitalares é desconhecida.

O número de infecções no Reino Unido atingiu níveis sem precedentes, com 189.000 novos casos nesta sexta e 203 mortes, o que levou o balanço total para 148.624 óbitos.

Segundo as últimas estimativas do ONS, o Escritório Nacional de Estatísticas, com base em uma amostragem da população, 2,3 milhões de pessoas estavam infectadas na semana do dia 23 de dezembro. Isso representa uma em cada 25 pessoas na Inglaterra e uma de cada 15 em Londres.

Essas infecções têm causado perturbações em diversos setores, como transportes e bombeiros.

Ao contrário das autoridades escocesas, galesas e da Irlanda do Norte, o governo de Boris Johnson decidiu não impor mais restrições antes do Ano Novo na Inglaterra.

Manteve bares e boates abertos e se conteve em pedir prudência nas festas, acelerando também a campanha de vacinação de reforço.

Enfatizando que a situação atual é "incomparavelmente melhor do que no ano passado" graças à vacinação, ele mais uma vez encorajou a população a se vacinar. Uma resolução "muito mais fácil de manter do que perder peso ou manter um diário", disse o primeiro-ministro, com humor.

No quesito tratamentos, o Reino Unido está fortalecendo seu arsenal.

O primeiro país a aprovar o tratamento anticovid oral do laboratório MSD deu luz verde na sexta-feira ao uso do antiviral Paxlovid da Pfizer, anunciou a agência de medicamentos.

Embora os óbitos e o número de pacientes em ventiladores permaneçam baixos, o aumento no número de internações é preocupante e o NHS anunciou a criação de estruturas provisórias que permitem a abertura de centenas de leitos em preparação para o "pior cenário".

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