Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.113,93
    +413,26 (+0,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.726,98
    +212,88 (+0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,07
    -0,39 (-0,61%)
     
  • OURO

    1.777,30
    +10,50 (+0,59%)
     
  • BTC-USD

    57.046,48
    -5.215,89 (-8,38%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.398,97
    +7,26 (+0,52%)
     
  • S&P500

    4.185,47
    +15,05 (+0,36%)
     
  • DOW JONES

    34.200,67
    +164,68 (+0,48%)
     
  • FTSE

    7.019,53
    +36,03 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.969,71
    +176,57 (+0,61%)
     
  • NIKKEI

    29.683,37
    +40,68 (+0,14%)
     
  • NASDAQ

    14.024,00
    +10,00 (+0,07%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6943
    -0,0268 (-0,40%)
     

Ausência de progresso fiscal vai limitar alívio do câmbio a R$5,30, R$5,35, avalia Rio Bravo

·1 minuto de leitura
Ausência de progresso fiscal vai limitar alívio do câmbio a R$5,30, R$5,35, avalia Rio Bravo

SÃO PAULO (Reuters) - O real terá recuperação com o ciclo de alta de juros iniciado pelo Banco Central nesta semana, mas a melhora estancará com a moeda entre 5,30 reais, 5,35 reais, já que o câmbio sentirá os efeitos de ausência de progresso na agenda reformista, disse João Leal, economista da gestora Rio Bravo.

Para ele, a PEC Emergencial --que cria dispositivos para limites de gastos-- foi a última medida importante a ser aprovada por este governo no sentido de dar amparo às contas públicas.

"Houve tentativas do próprio Executivo de desidratar a medida. Isso reduz espaço para a possibilidade de aprovação de pautas mais importantes, como as reformas administrativa e tributária", disse Leal, prevendo que haverá uma "desidratação grande" na reforma administrativa.

Outro ponto negativo para o cenário fiscal é a antecipação do debate sobre as eleições presidenciais de 2022. "Em setembro, outubro a discussão eleitoral vai estar bastante intensa. Isso vai contribuir para manter o câmbio (dólar) mais alto."

Desde a máxima recente acima de 5,79 reais (de 9 de março), o dólar cai 5,4%. As previsões do economista da Rio Bravo embutem baixa adicional da moeda entre 2,3% e 3,2%.

"Não deve haver grande melhora na situação fiscal do país até o fim do ano", finalizou Leal.

(Por José de Castro)