Mercado fechará em 2 h 34 min
  • BOVESPA

    122.970,43
    -2.704,90 (-2,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.107,79
    -526,81 (-1,02%)
     
  • PETROLEO CRU

    74,00
    +0,38 (+0,52%)
     
  • OURO

    1.818,90
    -16,90 (-0,92%)
     
  • BTC-USD

    39.006,75
    -778,13 (-1,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    926,88
    -23,02 (-2,42%)
     
  • S&P500

    4.398,58
    -20,57 (-0,47%)
     
  • DOW JONES

    34.954,68
    -129,85 (-0,37%)
     
  • FTSE

    7.032,30
    -46,12 (-0,65%)
     
  • HANG SENG

    25.961,03
    -354,29 (-1,35%)
     
  • NIKKEI

    27.283,59
    -498,83 (-1,80%)
     
  • NASDAQ

    14.969,00
    -68,75 (-0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1314
    +0,0909 (+1,50%)
     

Aumentou preço do ovo também, é a lei da oferta e da procura, diz Bolsonaro

·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, 30.05.2019 - O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, 30.05.2019 - O presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Ao comentar o aumento do preço do arroz com apoiadores no Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que o preço do ovo também aumentou, mas que isso faz parte das regras de mercado.

"Aumentou o preço do ovo também. É a lei da oferta e da procura. É igual o arroz", disse Bolsonaro ao deixar a residência oficial.

De acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da USP, a caixa com 30 dúzias de ovos vermelhos, que saía a R$ 101,83 em 28 de agosto, subiu para R$ 105,40 em 4 de setembro e para R$ 105,79 em 11 de setembro. Em abril, chegou a R$ 137,87.

O ovo branco, nas mesmas datas foi de R$ 81,61 para R$ 87,30 e chegou a R$ 87,47. Em abril, o valor chegou a R$ 116,85.

Proteína barata, de fácil preparo e durável, o ovo é usado por famílias de baixa renda como substituto de carnes mais caras.

Já o arroz, que se tornou o vilão dos supermercados, subiu, segundo o presidente por causa do aumento do consumo gerado pelo auxílio emergencial de R$ 600 e à alta do dólar, o que favoreceu as exportações.

Uma das providências tomadas para tentar segurar o preço do alimento foi o anúncio da compra de 400 mil toneladas de arroz do exterior sem o imposto de importação.

O presidente, no entanto, previu a normalização dos preços do produto apenas para o fim do ano.

"A partir do final de dezembro começa uma colheita grande de arroz, aí normaliza o preço. Eu não posso é começar a interferir no mercado. Se interferir, o material some da prateleira, isso que é pior", disse Bolsonaro aos apoiadores.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos