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Aumentos de preços no Spotify devem ser mais frequentes, diz CEO

Wagner Wakka
·2 minuto de leitura

O Spotify pode sofrer reajustes de preço em breve “em alguns mercados”. Isso é o que disse o CEO da empresa, Daniel Ek, em apresentação de resultados financeiros a investidores.

“Ainda que seja cedo, resultados iniciais indicam que, nos mercados nos quais testamos aumentar o preço, nossos usuários acreditaram que o Spotify ainda se mantém com excepcional valor e mostraram intenção de pagar mais por nossos serviços. Como resultado, veremos expansão do aumento de preços [para outros mercados”.

Em agosto de 2019, a empresa começou a testar reajustes de 13% no mercado escandinavo. Seria sobre este teste a que Ek está se referindo.

A expectativa é de que isso aconteça em mercados nos quais há conteúdos exclusivos na plataforma. É o caso, por exemplo, do podcast de Michele Obama, lançado em julho nos Estados Unidos e que se pontua como número um do serviço.

A ideia é que a plataforma de streaming musical possa oferecer mais do que Ek chamou de “conteúdo melhorado”, especialmente em relação a podcasts. No caso, ele se refere aos produtos exclusivos e originais do serviço. Atualmente, há 56 programas desse tipo em 16 mercados diferentes.

Esta não é a primeira vez que Ek fala em aumento de preços. Durante a reunião do trimestre passado, ele também sugeriu adotar a estratégia de elevar o preço da assinatura Premium em um futuro próximo.

Atualmente, a empresa conta com quatro planos em território brasileiro. O individual, por R$ 16,90 mensais; Duo, por R$ 21,90 mensais; Família, por R$ 26,90 mensais (para até seis contas em uma mesma casa); e Universitário, por R$ 8,50 mediante comprovante de matrícula no Ensino Superior.

Avanço

O Spotify informou no relatório fiscal que alcançou 320 milhões de usuários ativos por mês, dois quais 144 milhões são assinantes do serviço. Ou seja, 45% da base da plataforma paga pelos conteúdos.

A companhia viu um boom de usuários no ano, com crescimento de 29% no total de usuários ativos e 27% no número de assinantes, no comparativo anual.

A receita trimestral da empresa foi de €$ 1,9 bilhão (ou US$ 2,2 bilhões), sendo que €$ 1,7 bilhão (ou US$ 1,9 bilhão) são provenientes de assinantes do serviço. No ano, a empresa viu sua receita crescer em 14% e seu caixa ficar 115% maior.

Fonte: Canaltech

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