Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.582,52
    +2.094,64 (+1,93%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.404,53
    -113,77 (-0,22%)
     
  • PETROLEO CRU

    110,53
    +0,25 (+0,23%)
     
  • OURO

    1.851,80
    +9,70 (+0,53%)
     
  • BTC-USD

    29.202,62
    -706,07 (-2,36%)
     
  • CMC Crypto 200

    654,73
    -20,15 (-2,99%)
     
  • S&P500

    3.973,75
    +72,39 (+1,86%)
     
  • DOW JONES

    31.880,24
    +618,34 (+1,98%)
     
  • FTSE

    7.513,44
    +123,46 (+1,67%)
     
  • HANG SENG

    20.470,06
    -247,18 (-1,19%)
     
  • NIKKEI

    27.001,52
    +262,49 (+0,98%)
     
  • NASDAQ

    12.042,75
    +202,00 (+1,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1388
    -0,0140 (-0,27%)
     

Aumento de taxas de juros não diminuirá preço da energia, diz BCE

·1 min de leitura
A presidente do BCE, Christine Lagarde, em 10 de março de 2022 em Frankfurt, Alemanha (AFP/Daniel ROLAND) (Daniel ROLAND)

Um aumento da taxa pelo Banco Central Europeu (BCE) não reduzirá os preços da energia, que são responsáveis por metade da inflação do continente, disse a presidente do BCE, Christine Lagarde, neste domingo (23), sobre a pressão que a instituição enfrenta para aumentar a taxa de juros.

"A inflação na Europa está muito alta no momento. Cinquenta por cento está relacionado aos preços da energia" e a guerra na Ucrânia "aumentou drasticamente esses preços", disse Lagarde à rede americana CBS.

"Se eu aumentar os juros hoje, não vai baixar o preço da energia", disse.

Os bancos centrais de todo o mundo começaram a aumentar as taxas em grande parte para desacelerar o consumo e aliviar a pressão sobre os preços.

"Vamos interromper as compras de ativos no decorrer do terceiro trimestre" e "há uma alta probabilidade de fazermos isso mais cedo" nesse trimestre, afirmou Lagarde, que está em Washington participando de reuniões financeiras.

A titular do BCE enfatizou ainda que as diferentes políticas adotadas pela Europa e pelos Estados Unidos diante da pandemia de coronavírus conduziram a uma inflação anormal em ambos os lados do Atlântico.

O aperto do mercado de trabalho dos EUA "está claramente contribuindo para uma inflação potencialmente forte e um efeito de segunda ordem, onde os preços sobem, os salários sobem, há escassez de mão de obra, os salários continuam a subir e isso retroalimenta os preços", disse ela. "Essa é uma das diferenças entre nossas duas economias", completou.

A inflação atingiu 7,5% em março na zona do euro e 8,5% nos Estados Unidos.

jul/mlm/md/dg/yow/gf/ic

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos