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Aumento do Bolsa Família depende de pagamento de dívidas, afirma Guedes

·2 minuto de leitura
Para ministro só haverá ampliação do Bolsa Família com solução de precatórios. Foto: GettyImages.
Para ministro só haverá ampliação do Bolsa Família com solução de precatórios. Foto: GettyImages.
  • Paulo Guedes só ampliará Bolsa Familia com solução dos precatórios;

  • A afirmação foi feita ontem em entrevista para a Rádio TC;

  • Para o ministro, pior momento da inflação está passando.

O ministro da economia Paulo Guedes comunicou na noite de sexta-feira (3) que o governo ampliará o Bolsa Família se houver solução para os precatórios — formalizações de requisições de pagamento expedidas pelo Judiciário para cobrar município, estados ou da União — que têm de ser pagos em 2022. Para o ministro, a ajuda nas ações sociais é fundamental por causa do aumento do custo de vida.

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Segundo Guedes, a solução dos precatórios é essencial para se ter um aumento no Bolsa Família. Para o ministro, os mais vulneráveis estão para trás, e é previsível que o país devolva condições de vida à população fragilizada. O ministro ressaltou a importância da Lei de Responsabilidade Fiscal abaixo do teto.

Na videoconferência realizada pela Rádio TC, Guedes afirmou que o país está passando pelo pior momento da inflação, mas que o índice deve diminuir para 7% no final do ano e finalizar 2022 perto de 4%. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) chegou a 9,3% em acúmulo de 12 meses, até agosto.

Para esse objetivo ser concretizado, o ministro disse que o Banco Central tem que fazer o controle monetário. Guedes afirmou que a solução para as sentenças judiciais possibilitará o benefício médio de R$ 300 para o Auxílio Brasil, nova versão do Bolsa Família.

Luiz Fux, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), em negociação coordenada, pretende estabelecer um teto de R$ 39,9 bilhões para o para o pagamento dos precatórios em 2022. A previsão do valor inicial é de R$ 89,1 bilhões, enquanto o resto do estoque seria quitado nos anos seguintes.

Segundo o ministro, todas as regras fiscais serão respeitadas caso o acordo seja efetivado. Dessa forma haverá lugar para um orçamento exequível em 2021, com reforço do Bolsa Família, assim como a continuação da emendas parlamentares.

As informações são da Folha de São Paulo.

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