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Aumento de casos de Aids entre jovens de 13 a 25 anos no Brasil preocupa, alerta especialista

·2 min de leitura

No Dia Mundial de Luta contra Aids, celebrado em 1° de dezembro, especialista diz que não avista, no médio prazo, uma cura definitiva ou uma vacina para combater o vírus. Mas diz que os avanços no tratamento foram muito grandes e hoje quem recebe um teste positivo de HIV pode ter a mesma expectativa de vida de quem não tem o vírus. A preocupação maior é o contágio entre jovens, que vem crescendo.

Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília

O médico Alexandre Naime Barbosa, chefe do departamento de Infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), acompanha pacientes com HIV há 25 anos. Pela experiência que nessa área, o especialista não tem dúvidas ao dizer que, mesmo sem um imunizante ou uma cura para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, há muito o que comemorar nesses anos diante dos avanços no tratamento.

“A ciência conseguiu dar uma resposta importantíssima. Cerca de 20, de 15 anos atrás um paciente chegava ao meu consultório com o teste positivo tinha uma expectativa de vida de seis meses, um ano, no máximo dois anos. E hoje em dia as medicações são extremamente potentes e extremamente fáceis de tomar, amigáveis, sem efeito colateral. A expectativa de vida projetada para uma pessoa vivendo com HIV, que faz a terapia corretamente, é basicamente a mesma expectativa de uma pessoa vivendo sem HIV na mesma faixa etária. Fora que uma pessoa que faz o tratamento corretamente atinge o que a gente chama de carga viral indetectável, e não transmite o vírus”.

Alerta sobre aumento de casos entre os jovens

Prevenção e proteção


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