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Aumenta o número de empregados e cai a renda média do brasileiro

·2 min de leitura
Número de brasileiros empregados, com e sem carteira, cresce no Brasil. (Cris Faga/Getty Images)
Número de brasileiros empregados, com e sem carteira, cresce no Brasil. (Cris Faga/Getty Images)
  • Número total de brasileiros desempregados está em 12,9 milhões de pessoas

  • Comércio, indústria e alojamento e alimentação são os maiores geradores de emprego

  • Rendimento médio do trabalhador caiu 11% em um ano.

Houve mais brasileiros empregados entre agosto e outubro deste ano do que no mesmo período do ano passado. Segundo os resultados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, a taxa de desemprego no Brasil recuou para 12,1% da população economicamente ativa no terceiro trimestre de 2021.

Nesta terça-feira (28/12) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou as informações sobre o mercado de trabalho brasileiro. A taxa atual de desemprego é 2,5% menor em comparação ao mesmo período de 2020.

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Também recuou o número de pessoas desalentadas, aqueles que desistiram de procurar. Entre agosto e outubro deste ano 4,5% das pessoas aptas a trabalhar estavam desalentadas, na mesma época do ano passado este índice era de 5,5%.

O comércio puxou o crescimento de vagas (1,1 milhão de vagas), seguido pela indústria (535 mil vagas), o segmento de alojamento e alimentação (500 mil vagas) e a construção civil (456 mil vagas).

Em comparação com o trimestre anterior o número de trabalhadores com carteira assinada em aumentou 4,1%, os empregados no setor privado sem carteira cresceu 9,5%.

Mesmo com o aumento no número de pessoas ativas o rendimento médio do trabalhador brasileiro caiu 11% em um ano. De agosto a outubro de 2021 o rendimento médio do empregado foi de R$2.449, valor menor do que os R$2.756 registrados no mesmo período de 2020.

Com informações do Uol e IBGE.

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