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Auge da Robinhood e investimento de varejo transformam mercados

Sarah Ponczek e Katherine Greifeld
·2 minutos de leitura

Costumava ser difícil negociar ações. Agora, é basicamente tão fácil quanto baixar um aplicativo ou enviar um tuíte. Além disso, é totalmente gratuito.

Ao longo do último ano, houve uma revolução na forma como as pessoas podem acessar o mercado acionário. Depois que algumas empresas começaram a oferecer negociações gratuitas, um passo dado pela gigante Charles Schwab no final de 2019 para eliminar comissões teve impacto em todo o setor.

Então, veio a pandemia. Pessoas em casa durante o confinamento - sem esportes para assistir ou apostar e com um pouco de dinheiro extra no bolso do estímulo dos governos - foram atraídas para plataformas de negociação como Robinhood, E*Trade, TD Ameritrade e Schwab. Milhões de investidores novatos abriram contas e indicadores de negociação de corretoras dispararam.

Entre os números que se destacam: 20% das negociações de ações são realizadas por investidores de varejo, de acordo com a Bloomberg Intelligence. E 50% dos novos clientes da Robinhood neste ano dizem que são investidores de primeira viagem.

Além disso, 75% de todas as negociações de opções em julho expiravam em menos de duas semanas, um recorde, de acordo com o Goldman Sachs. Operações de prazo mais curo são vistas como um sinal revelador de investidores de varejo.

Por que isso importa

Alguns chamam a tendência de democratização do investimento. Outros dizem que é algo perigoso. O que está claro é que investidores de varejo se tornaram uma força em si mesmos no mercado acionário atual, e as evidências mostram sua influência nos preços das ações.

No início, buscavam empresas como companhias aéreas e de cruzeiros. Depois, apostaram em empresas em processo de recuperação judicial. Agora, negociam no mercado de opções. Como as contas de poupança não rendem quase nada e as pessoas passam mais tempo em casa, investidores amadores se tornam uma marca do mercado acionário.

Desde a mania das pontocom do final dos anos 1990 - quando os day traders sonhavam com fortunas rápidas -, uma plataforma de corretagem não atraía tantos seguidores como a Robinhood. Céticos alertam que o exagero pode levar novatos ao desastre, enquanto alguns dizem que é um passo na direção certa para equalizar o acesso aos mercados financeiros.

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