Mercado abrirá em 5 h 13 min
  • BOVESPA

    108.941,68
    -160,32 (-0,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.599,38
    -909,02 (-1,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    85,75
    +0,61 (+0,72%)
     
  • OURO

    1.838,80
    +7,00 (+0,38%)
     
  • BTC-USD

    35.324,56
    +92,01 (+0,26%)
     
  • CMC Crypto 200

    816,13
    +573,45 (+236,30%)
     
  • S&P500

    4.397,94
    -84,79 (-1,89%)
     
  • DOW JONES

    34.265,37
    -450,03 (-1,30%)
     
  • FTSE

    7.494,13
    -90,88 (-1,20%)
     
  • HANG SENG

    24.718,09
    -247,46 (-0,99%)
     
  • NIKKEI

    27.588,37
    +66,11 (+0,24%)
     
  • NASDAQ

    14.558,00
    +131,50 (+0,91%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1713
    -0,0187 (-0,30%)
     

Auditores da alfândega fazem protesto contra o governo

·2 min de leitura
Porto de Santos
Porto de Santos
  • Servidores adotaram a chamada operação-tartaruga, que desacelera os procedimentos trabalhistas

  • Reunião do movimento contou com quase 5 mil presentes

  • Governo federal corre para amenizar a situação

Em reunião virtual nesta terça-feira (28), o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita em Santos (Sindifisco) decidiu acirrar as medidas tomadas em protesto ao governo federal.

Uma das medidas é a chamada operação-padrão. Também chamada de operação-tartaruga, a atividade se caracteriza pelo desaceleramento dos processos do trabalho em nome de zelo e rigor excessivo pelos procedimentos corretos.

Estima-se que a operação-padrão cause uma perda de R$ 125 milhões na arrecadação diária de impostos do comércio exterior.

Leia também:

Na reunião também ficou aprovada a continuação da entrega dos cargos de chefia, que deve continuar pelos próximos dias. Já foram mais de 700 cargos entregues.

A ideia não é se demitir, os trabalhadores continuam concursados, mas sim abandonar os cargos comissionados. Com as posições vazias, os cargos de chefia ficam vagos e as operações comprometidas.

Ao todo, quase 5 mil auditores-fiscais participaram da assembleia realizada na última quinta-feira (23), que deflagrou o movimento.

Foi o maior número de presentes desde o início das assembleias telepresenciais, que começaram no final de 2019, antes do surto de Covid-19.

Entenda os motivos

Os auditores ficaram descontentes após a aprovação do Orçamento de 2022 no Congresso Nacional. No ano que vem o órgão terá verbas cortadas para garantir o reajuste salarial dos policiais federais, um pedido do presidente Jair Bolsonaro.

A equipe econômica de Paulo Guedes já havia alertado que não haveria espaço no Orçamento para realizar o reajuste salarial de todo o funcionalismo, como Bolsonaro havia prometido em sua viagem ao Golfo Pérsico.

A categoria não tem reajuste há 5 anos.

Outra grande reivindicação da categoria é a regulamentação do bônus de eficiência, aprovado em 2016, e a abertura de um concurso público para recompor os quadros do órgão.

Governo corre para remediar a situação

O governo federal já enviou à Casa Civil a primeira versão de um decreto que regulamentaria o bônus por desempenho para a classe, segundo um técnico da equipe econômica. O Ministério da Economia estima que o bônus chegue a custar R$ 400 milhões dos cofres públicos.

O problema é que há apenas um espaço de R$ 1,7 bilhões para reajustes no Orçamento de 2022, valor insuficiente para cobrir o reajuste aos policiais federais, que ficou estimado em R$ 2,8 bilhões.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos