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Atriz de "Esquadrão Suicida" pensou em suicídio antes de se assumir pansexual

Rafael Monteiro
·1 minuto de leitura
Model Cara Delevingne arrives for the Dior fashion collection during Women's fashion week Fall/Winter 2020/21 presented in Paris, Tuesday, Feb. 25, 2020. (Photo by Vianney Le Caer/Invision/AP)
Cara Delevingne (Photo by Vianney Le Caer/Invision/AP)

A modelo e atriz Cara Delevingne, lembrada pelo papel de Magia em "Esquadrão Suicida" (2016), teve pensamentos suicidas ao se enxergar como uma pessoa LGBTQIA+. Hoje assumida como pansexual, a artista relembrou o seu processo de descoberta em entrevista ao podcast "Goop", de Gwyneth Paltrow.

"Eu cresci em uma família muito antiquada. Não conhecia ninguém que era gay, não sabia que isso existia... na verdade, eu era muito homofóbica. A ideia de estar [sexualmente] com alguém do mesmo gênero que eu era nojenta para mim mesma. Eu pensava: 'Meu Deus, nunca farei isso. É repugnante'", disse ela.

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Por causa do preconceito, ela lutou contra a depressão e chegou a ter pensamentos suicidas por causa da sua orientação sexual. "Eu me sentia muito envergonhada por ser aquilo [que odiava]. Hoje em dia, acho que é a parte de mim que mais amo e aceito", afirmou. Hoje, ela entende que se sente atraída por pessoas, independentemente do gênero ou sexo biológico.

"Por muito tempo, eu fui muito infeliz por não seguir a minha verdade, especialmente na carreira de modelo. Eu sentia que precisava me limitar a uma caixinha, quando na verdade sou uma pessoa andrógina. Eu adoro ser mulher, me vestir e me enfeitar, mas também curto ser um cara durão às vezes", completou.

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