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Atletas de elite são eliminadas da ginástica artística feminina por regra "dois-por-país"

·1 minuto de leitura
Ginasta dos EUA Mykayla Skinner em Tóquio

Por Karen Braun

(Reuters) - Viktoria Listunova, 16 anos, venceu o título do individual geral da ginástica artística feminina nos campeonatos Europeu e Russo neste ano.

No entanto, apesar de ficar em sexto lugar no geral nas preliminares do último domingo, a atleta do Comitê Olímpico Russo não terá a chance de tentar mais uma coroa do individual geral na Olimpíada de Tóquio 2020.

Listunova foi vítima da muitas vezes temida regra "dois-por-país", que determina que apenas dois atletas de cada país podem avançar às finais do individual geral e dos aparelhos, quando competirão por medalhas.

De maneira parecida, a campanha olímpica da norte-americana Mykayla Skinner terminou na classificatória, após ficar em quarto lugar no salto, atrás das compatriotas Simone Biles e Jade Carey.

A restrição é controversa porque retira algumas das melhores ginastas do mundo da disputa por medalhas simplesmente porque seus países são abundantes em talento.

Mas busca promover o desenvolvimento e o interesse em países onde o esporte é menos popular, para que a competição possa ser realmente global. A redução no tamanho das equipes, de seis para cinco após 2008, e depois para quatro em 2020, também ajudou nesse sentido.

Em Tóquio, o Comitê Olímpico Russo, os Estados Unidos e a China classificaram cada um duas atletas para as finais do individual-geral de quinta-feira, entre 24 ginastas. Não fosse a regra de dois por país, haveria mais cinco atletas dessas delegações na disputa.

(Por Karen Braun em Fort Collins, Colo.)

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