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Ataques hackers contra empresas cresceram 141% em 2021

Ataques hackers de ransomware cresceram 141% nos últimos anos
Ataques hackers de ransomware cresceram 141% nos últimos anos
  • Estudo contabilizou apenas ataques hackers de ransomware;

  • O sumiço das informações do ConecteSUS no ano passado é considerado um ataque desse tipo;

  • Setor financeiro, órgãos do governo, indústria e saúde são algumas das áreas mais afetadas.

A empresa de segurança na internet, Apura, divulgou um levantamento onde revelou que o número de ataques de hackers contra órgãos governamentais, empresas e instituições financeiras no Brasil cresceu 141% em 2021, quando comparado ao ano anterior. Para Sandro Süffert, diretor executivo da Apura, os prejuízos desses tipos de ataques são sentidos tanto pelas empresas quanto pelo consumidor final.

Os dados do levantamento apontaram que as empresas do setor financeiro são um dos alvos mais visados pelos criminosos, registrando 4,3% das ocorrências. Embora seja uma taxa menor do que órgãos do governo, ou indústrias, ataques ao setor financeiro podem ser bastante prejudiciais pois essas empresas lidam com informações sigilosas.

O estudo levou em consideração apenas os ataques de ransomware, isto é, quando criminosos roubam dados e cobram para não divulgá-los, ou sequestram funcionalidades da empresa e pedem dinheiro para fazer com que o serviço volte ao normal. Um exemplo de ataque de ransomware aconteceu com o sumiço dos dados do ConecteSUS, no final do ano passado, onde os hackers "sequestraram" as informações digitais e pediram um resgate para devolvê-las.

O Brasil é o país com maior quantidade de grupos de ransomware em ação. De acordo com um estudo, também da Apura, no país atuam cerca de 17 grupos distintos de criminosos voltados para a prática. Em segundo lugar aparece o México, com 10. Na sequência estão a Argentina, com 7, e o Peru, com 6.

Abaixo estão os setores mais atacados, segundo o levantamento da Apura

  1. Governo 17,4%

  2. Indústria 17,4%

  3. Saúde 13%

  4. Engenharia e Arquitetura 8,7%

  5. Tecnologia 6,5%

  6. Atacado/Varejo 6,5%

  7. Serviços 6,5%

  8. Alimentação/Bebidas 4,3%

  9. Energia 4,3%

  10. Financeiro 4,3%