Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.953,90
    +411,90 (+0,42%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.743,15
    +218,75 (+0,46%)
     
  • PETROLEO CRU

    108,46
    +0,03 (+0,03%)
     
  • OURO

    1.812,90
    +11,40 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    19.523,50
    +273,26 (+1,42%)
     
  • CMC Crypto 200

    420,84
    +0,70 (+0,17%)
     
  • S&P500

    3.825,33
    +39,95 (+1,06%)
     
  • DOW JONES

    31.097,26
    +321,86 (+1,05%)
     
  • FTSE

    7.168,65
    -0,63 (-0,01%)
     
  • HANG SENG

    21.859,79
    -137,11 (-0,62%)
     
  • NIKKEI

    25.935,62
    -457,38 (-1,73%)
     
  • NASDAQ

    11.610,50
    -0,75 (-0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5595
    +0,0539 (+0,98%)
     

Ataque da Fast shop: entenda o que aconteceu com a varejista

Lojas físicas também foram prejudicadas (Getty Images)
Lojas físicas também foram prejudicadas

(Getty Images)

  • Fast Shop é alvo de ataque hacker;

  • Site e app da empresa ficaram indisponíveis;

  • Hoje à tarde, varejista comunicou que situação já voltou ao normal.

A varejista Fast Shop foi alvo de um ataque hacker nesta quarta-feira (22) e cujas repercussões duraram até hoje (23). A invasão impactou tanto o site quanto o aplicativo da rede, que foram momentaneamente tirados do ar, bem como a atuação das lojas físicas.

Ontem, ao acessar a loja virtual da Fast Shop, o público encontrava uma mensagem dizendo que a página estava em manutenção e que voltaria em breve. O aviso foi reforçado nas redes sociais, por meio de respostas a posts que reclamavam da indisponibilidade do serviço. No entanto, durante a madrugada, uma série de tuítes suspeitos foram publicados no perfil da empresa, mostrando que a plataforma também havia sido invadida.

“Olá, Fast Shop Admin, nas últimas 72 horas, o TI da Fast Shop e o sistema cloud sofreram um ataque de extorsão”, dizia a publicação. “Obtivemos acesso a alguns terabytes de seus dados do VCenter e vários serviços em nuvem: AWS, Azure, IBM e Gitlab”.

Em outra postagem, os cibercriminosos sugeriram uma negociação pelo Telegram: “Os dados [que temos acesso] incluem informações de usuários e corporativas. Estamos felizes em negociar com você para evitar o vazamento desses dados e para ajudar a resolver os problemas”.

O que aconteceu com a Fast Shop?

Às 13h34 de hoje, a varejista publicou o print de um ‘comunicado importante’ no Twitter, informando que os dados dos consumidores estão a salvo e que as instabilidades provocadas pela “tentativa de acesso não autorizado” já foram resolvidas.

A Fast Shop também informou que as lojas físicas – que seriam fechadas até domingo (26) – “continuam abertas e operando regularmente pelo país”. Conforme apurado pelo InfoMoney, das sete lojas físicas contatadas, cinco estavam abertas.

Leia na íntegra abaixo:

Como se proteger de um ataque hacker?

A tentativa de invasão que a Fast Shop sofreu não é surpresa para ninguém. Afinal, diversos golpistas buscam hackear sistemas e contas de redes sociais tanto de empresas quanto de cidadãos comuns.

Para se proteger, é importante ficar atento aos golpes mais comuns que estão rolando e adotar algumas medidas importantes, como:

  • Fator de múltipla autenticação

  • App de gestão de senhas

  • Descobrir ataques phishing

  • Atualizar aplicativos

  • Criptografar tudo

  • Limpar a pegada digital

Clique aqui e saiba mais sobre cada uma dessas maneiras de driblar os hackers.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos