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Ataque cibernético contra o Twitter foi obra de um grupo de jovens

Por Glenn CHAPMAN
·2 minuto de leitura
Logo do Twitter

Os hackers envolvidos no sequestro de contas de alto perfil no Twitter eram jovens amigos sem vínculos com o crime organizado, informou nesta sexta-feira (17) o jornal The New York Times.

O ataque, que tanto o Twitter como a polícia federal estão investigando, começou com uma mensagem entre hackers na plataforma digital Discord, um serviço de troca de mensagens e comunicação de voz popularizado por jogadores de videogames, segundo o Times.

O jornal afirmou ter entrevistado quatro pessoas que participaram do ataque e que compartilharam capturas de telas para mostrar o ocorrido.

"As entrevistas indicam que o ataque não foi obra de um país, como a Rússia, ou de um grupo sofisticado de hackers", explicou o Times.

"Na verdade, foi feito por um grupo de jovens, um dos quais diz viver em casa com a mãe, que se conheceram devido à obsessão por possuir nomes incomuns nas redes, geralmente formados por somente uma letra ou número, como @y ou @6".

O ataque em massa a contas de usuários de alto perfil, desde Elon Musck a Joe Biden, gerou dúvidas sobre a segurança do Twitter, uma rede que serve de plataforma para os políticos americanos antes das eleições presidenciais de novembro.

"De acordo com o que sabemos até este momento, aproximadamente 130 contas foram atacadas pelos Hackers", declarou o Twitter.

"Os hackers puderam assumir o controle de um pequeno subconjunto destas contas e em seguida enviaram tuítes partindo delas".

Através das contas oficiais de empresas como Apple e Uber ou de personalidades como Kanye West, Bill Gates e Barack Obama, os hackers tentaram enganar os seguidores para que enviassem dinheiro em forma de bitcoins, uma moeda virtual.

O Twitter explicou que parecia tratar-se de "um ataque tecnológico coordenado por indivíduos que atacaram com êxito alguns de nossos funcionários que tinham acesso a nossos sistemas e ferramentas internos".

Os textos, rapidamente apagados, pediam aos seguidores para que enviassem a um endereço eletrônico específico 1.000 dólares em bitcoins, com a promessa de que cada doador receberia a quantia doada em dobro.

O site Blockchain.com, que monitora as transações em criptomoedas, afirmou que 12,58 bitcoins, equivalentes a 116.000 dólares, foram enviados ao endereço de e-mail mencionado nos tuítes da fraude.

Segundo os hackers entrevistados pelo Times, um usuário misterioso chamado "Kirk" iniciou o esquema com uma mensagem e foi quem teve acesso às contas.