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Atacada nas redes, Tabata Amaral nega que tenha pedido volta às aulas presenciais

Anita Efraim
·2 minutos de leitura
Brazilian Deputy for the Democratic Labour Party Tabata Amaral is pictured during an interview with AFP at the National Congress in Brasilia on April 17, 2017. - Amaral, in her first term as parliamentarian, emerges as one of the stars among leftist Brazilian politicians. (Photo by EVARISTO SA / AFP)        (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)
Deputada foi acusada de ter pedido retorno às aulas presenciais, mas negou a informação (Foto: Evaristo Sá/AFP/Getty Images)

A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) negou que tenha se encontrado com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, para pedir o retorno às aulas presenciais. A informação equivocada foi publicada pelo portal Diário do Centro do Mundo e negada publicada pela deputada.

“Não fui pedir a volta às aulas, decisão que só pode ser tomada por estados e municípios. Ouvi professores, responsáveis e estudantes e levei suas sugestões para o MEC. Enquanto alguns focam em ataques pequenos e mentirosos, nossos estudantes vão perdendo o sonho de um futuro melhor”, escreveu Tabata nas redes sociais.

Após informação errada, Tabata Amaral passou a ser duramente atacada nas redes sociais. Mesmo após negar que tenha solicitado o retorno às aulas presenciais, as críticas continuaram.

Em um vídeo, a deputada ainda afirmou que o objetivo dela, ao se encontrar com Milton Ribeiro, era elaborar a melhor forma de retornar às aulas presenciais, mas sem pedir que as escolas reabram. “Essa volta as aulas, em algum momento, vai acontecer. Mas, para que ela possa ser feita de forma segura e inclusive, sem deixar nenhum aluno para trás, vamos precisar de muito debate e muito planejamento”, explicou.

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Tabata Amaral explicou que, no encontro, entregou ao ministro um ofício com sugestões de membros da comunidade escolar. “85 professores, diretores, pesquisadores, pais e alunos participaram na sexta-feira passada de uma reunião aberta comigo para falar de volta às aulas. Entreguei hoje ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, um ofício com as sugestões desse grupo”, afirmou.

Nesta quinta-feira, 17, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), informou que alunos do ensino superior poderão voltar a ter aulas presenciais a partir de 7 de setembro. Os demais estudantes terão apenas atividades de reforço.