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Ata do Fomc pode sinalizar 1º aumento do juro básico nos EUA

·3 min de leitura

(Bloomberg) -- A ata da última reunião do banco central dos EUA, que será divulgada nesta quarta-feira, pode trazer indicações sobre as datas do primeiro aumento de juros pelo Federal Reserve e do início do processo de redução do balanço patrimonial da instituição, que se encontra em um nível recorde de US$ 8,8 trilhões.

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O Fed está dentro do cronograma para encerrar o programa de compra de ativos em março, abrindo caminho para elevar os juros e se livrar de títulos que mantém em carteira. A ata do último encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) será divulgada às 16:00.

As previsões de integrantes do Fed — distribuídas no gráfico de pontos, o chamado dot plot, publicado junto com o comunicado que seguiu a reunião — sinalizam três acréscimos de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros durante 2022.

A maior convicção por parte dos investidores de que o Fed de fato subirá os juros pelo menos três vezes este ano impulsionou os rendimentos dos títulos do Tesouro. Na terça-feira, o rendimento do título com prazo de cinco anos atingiu o maior nível desde o início da pandemia. Os mercados precificam 63% de chance de aumento de juros em março.

A ata pode fornecer “detalhes adicionais sobre as condições que o Fomc gostaria de ver antes de subir os juros”, disse Stephen Stanley, economista-chefe da Amherst Pierpont Securities. “Os principais itens seriam pistas sobre o raciocínio para o início do processo — se o comitê entende que haverá um tempo entre o fim das compras de ativos e a primeira alta de juros.”

Na entrevista coletiva após a reunião de dezembro, o presidente do Fed, Jerome Powell, declarou que as autoridades eventualmente esperam“aumento gradual da firmeza” da política monetária. Segundo ele, as autoridades não esperam subir os juros antes de terminar a redução gradual das compras de ativos, mas podem fazer isso antes que a economia atinja o pleno emprego.

O que diz a Bloomberg Economics...

“Diante das mudanças na última reunião, estaremos observando se a razão para acelerar o ritmo de redução foi principalmente criar uma opção para um aumento antecipado dos juros caso a inflação continue surpreendendo para cima ou se os membros do comitê acreditam que a inflação atual justifica elevação dos juros já em março. Nesse ponto, seria particularmente útil algum esclarecimento sobre o que ‘máximo emprego’ significa. Ou uma noção de quantos membros enxergam que essa condição está perto de ser cumprida (ou seja, se são ‘quase todos’, ‘a maioria’ ou apenas ‘muitos’ ou ‘alguns’). Quanto maior o consenso, mais fácil acionar a alavanca dos juros.”

--Andrew Husby (economista)

A mudança abrupta no ritmo de redução — apenas um mês após o início do processo — reflete a “evolução da inflação e a melhora adicional do mercado de trabalho”, afirmou o Fomc. O Fed reiterou que “está preparado para ajustar o ritmo de compras se mudanças na perspectiva econômica assim exigirem”.

Na ata que será divulgada hoje, a discussão sobre a variante ômicron pode dar mais detalhes sobre acontecimentos que o comitê descreveu como risco para a perspectiva econômica.

“O pensamento (dos membros do Fomc) sobre a ômicron na última reunião será importante”, disse Diane Swonk, economista-chefe da Grant Thornton. O surgimento de variantes pode ser “mais inflacionário do que desinflacionário por causa das interrupções no abastecimento”, explicou ela, acrescentando que “a ômicron pode suprimir a demanda mais do que o previsto à medida que os estabelecimentos são forçados a fechar temporariamente por causa da doença”.

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