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"Até agora, tudo bem", diz AstraZeneca sobre testes de vacina contra Covid-19

Por Pushkala Aripaka e Ludwig Burger
·2 minuto de leitura
Logo da AstraZeneca na Bolsa de Valores de Nova York
Logo da AstraZeneca na Bolsa de Valores de Nova York

Por Pushkala Aripaka e Ludwig Burger

(Reuters) - A AstraZeneca <AZN.L> disse nesta quinta-feira que está tendo bons resultados de sua vacina contra Covid-19, já na fase de testes de larga escala em humanos e vista amplamente como a líder na corrida por uma vacina contra o novo coronavírus.

A farmacêutica, a empresa britânica mais valiosa na bolsa de valores, também anunciou resultados que superaram suas estimativas de venda e lucro para o segundo trimestre graças às vendas intensas de uma linha diversificada de produtos. A companhia registrou lucro principal por ação de 0,96 dólar no segundo trimestre, superando a estimativa de analistas, que era de 0,93 dólar por ação.

"O desenvolvimento da vacina está progredindo bem. Até agora, recebemos bons dados. Precisamos mostrar a eficiência do programa clínico, mas por enquanto tudo vai bem", disse o presidente-executivo da empresa, Pascal Soriot, em uma teleconferência com a mídia.

A AstraZeneca já fechou acordos com países para fabricar mais de dois milhões de doses de sua vacina contra Covid-19, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, e diz que ela pode ser aprovada até o final deste ano.

A candidata a vacina está sendo testada no Brasil em estudo liderado no país pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Nos últimos meses, a empresa se empenhou no desenvolvimento de uma vacina contra Covid-19, recebeu bilhões de fundos governamentais, assinou vários acordos de distribuição e até foi tema de uma especulação sobre uma megafusão – tudo isso sem descuidar de seu negócio principal. Ela manteve suas projeções para 2020 nesta quinta-feira.

Ainda não existe nenhuma vacina aprovada para a doença causada pelo novo vírus, mas a da AstraZeneca é considerada por muitos como a principal candidata depois que testes de estágio inicial em humanos mostraram que ela é segura e gerou uma reação imunológica.