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Astronautas usam realidades aumentada e virtual para fazer pesquisas na ISS

·2 minuto de leitura

Os astronautas da Expedição 65, que desembarcaram na Estação Espacial Internacional (ISS) em abril deste ano, estão usando a Realidade Virtual e Aumentada para aprimorar a ciência e pesquisas desenvolvidas a partir do espaço. Além disso, a tripulação garantiu que os componentes de suporte de vida se mantenham funcionando corretamente no laboratório espacial — tudo isso com o auxílio do sistema de realidade virtual Sidekick.

A bordo da ISS, todos os tripulantes passam a maior parte de seu tempo desenvolvendo pesquisas, experimentos e atividades relacionadas à manutenção desta que é temporariamente a casa deles. No módulo norte-americano da estação, está o Cold Atom Laboratory (CAL), onde são encontradas as temperaturas mais frias do universo usadas em pesquisas de física quantidade e fundamental nessas temperaturas extremamente baixas. Graças à ferramenta de realidade virtual e aumentada Sidekick, a engenheira de voo Megan McArthur, da NASA, substituiu componentes no CAL para melhor a qualidade do principal dispositivo do laboratório.

À esquerda a engenheira de voo Megan McArthur e, à direita, o comandante Akihiko Hoshide (Imagem: Reprodução/NASA)
À esquerda a engenheira de voo Megan McArthur e, à direita, o comandante Akihiko Hoshide (Imagem: Reprodução/NASA)

O Sidekick é um sistema de assistência remota portátil, parecido com um óculos grande. A partir do headset, os tripulantes têm acesso a hologramas 3D de alta definição combinados a imagens obtidas em tempo real. A ferramenta garante uma melhor eficiência das tarefas executadas a bordo da ISS, como os experimentos científicos, manutenção e operações rotineiras. O comandante Akihiko Hoshide contou com a assistência dessa tecnologia em dois experimentos diferentes.

O primeiro experimento com o auxílio do Sidekick foi o estudo de física InSPACE-4, quem tem como objetivo usar nanopartículas para a fabricação de novos materiais avançados. A outra pesquisa foi a Vection, a qual acompanha como os astronautas interpretam visualmente o movimento, a orientação e a distância em condições de microgravidade. Já os engenheiros Shane Kimbrough, Mark Vande Hei e Thomas Pesquet usaram a ferramenta de realidade virtual para trocar partes do Conjunto de Remoção de Dióxido de Carbono da estação, responsável por limpar o ar, e também do Conjunto Aéreo Aviônico.

O headset Sidekick (Imagem: Reprodução/NASA)
O headset Sidekick (Imagem: Reprodução/NASA)

No segmento russo da estação, o cosmonauta veterano Oleg Novitsky estudou como a gravidade afeta a genética e algumas técnicas de fotografia espacial. Enquanto isso, o piloto Pyotr Dubrov substitui os componentes do traje espacial russo. Na próxima semana, os quatro tripulantes da missão Crew-2 irão realocar a nave Crew Dragon "Endeavour", atualmente acoplada na porta dianteira do módulo Harmony da ISS. Com isso, a porta ficará livre para receber a espaçonave Starliner CST-100, da Boeing, com lançamento previsto para o próximo dia 30 de julho.

Desde abril deste ano, a ISS abriga 11 tripulantes e todo eles desenvolvem parte de suas atividades com o auxílio do Sidekick, que, entra outras ferramentas, é a mais simples e eficaz em seu uso. Segundo a NASA, este sistema fornece à tripulação informações e assistência quando e onde precisarem, garantindo o sucesso em seus trabalhos.

Fonte: Canaltech

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