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AstraZeneca anuncia remédio para tratar infectados pelo coronavírus

Colaboradores Yahoo Notícias
·2 minuto de leitura
A medical syringe and a vial in front of the AstraZeneca biopharmaceutical company logo are seen in this creative illustrative photo. More than one hundred fifty COVID-19 coronavirus vaccines are in development across the world, several of which have the third phase of clinical trials, as media reported. (Photo illustration by STR/NurPhoto via Getty Images)

O laboratório AstraZeneca, criador da vacina contra o novo coronavírus em parceria com a universidade de Oxford, e que no Brasil será produzida pela Fiocruz, anunciou um medicamento para impedir que infectados desenvolvam a Covid-19, doença provocada pelo vírus.

Segundo reportagem do jornal britânico The Guardian, a nova droga, conhecida como AZD7442, usa anticorpos monoclonais criados em laboratório, em vez dos produzidos pelo organismo para combater a infecção, e seria capaz de prover imunidade instantânea contra a doença.

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O medicamento poderia ser ministrado como tratamento emergencial para conter surtos da doença em hospitais e asilos, por exemplo. Também seria uma forma de conter o número de mortes e complicações causadas pela Covid-19 enquanto não há vacinas para imunizar toda a população.

Os documentos sobre o ensaio clínico enviado aos Estados Unidos mostram que é investigada “a eficácia do AZD7442 para profilaxia pós-exposição da Covid-19 em adultos”. Esse tratamento impede que o vírus se acople às células humanas.

“A proteína da espora do Sars-CoV-2 contém o RBD (domínio de receptor-obrigatório) do vírus, que possibilita ao vírus unir-se aos receptores em células humanas. Mirando a essa região da proteína da espora do vírus, anticorpos podem impedir o vírus de se acoplar em células humanas, e assim poderia bloquear a infecção”, detalha o documento.

Se tiver a eficácia comprovada, o remédio deve ser tomado até o oitavo dia da exposição ao coronavírus e ajudaria a impedir o desenvolvimento da doença por até 12 meses. Os participantes dos testes têm recebido duas doses da droga. Os estudos receberam o nome de “Storm Chaser” (Caçador de Tempestades, em tradução livre).

Seria possível ter a droga até março ou abril de 2021, se aprovado pelas agências reguladoras de medicamentos depois de ter os estudos revisados. Os testes são feitos em UCLH, outros hospitais britânicos e uma rede de 100 outros lugares pelo mundo.

Os UCLH ainda fazem um teste paralelo com a mesma droga. A ideia é descobrir se o remédio protege pessoas com o sistema imune comprometido, como é o caso de quem faz quimioterapia. Esse estudo recebeu o nome de “Provent”. Tanto esse quanto o Storm Chaser estão na fase 3, a última dos testes de medicamentos.

Os 2 ensaios são efetuados no novo centro de pesquisas em vacinas dos UCLH, financiado pelo braço de pesquisas do NHS (Nacional Health Service, equivalente do SUS no Reino Unido).