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AstraZeneca alerta sobre pressa para aplicar terceira dose na população

·1 minuto de leitura

Com o surgimento de novas variantes do coronavírus e com a redução da eficácia das vacinas ao longo dos meses, alguns países já estão se preparando para a aplicação da terceira dose de uma vacina contra a COVID-19. Essa dose de reforço, no entanto, pode prejudicar os estudos sobre os efeitos da vacina a longo prazo, segundo declaração dos executivos da AstraZeneca.

Pascal Soriot, executivo-chefe do laboratório, e Mene Pangalos, vice-presidente executivo de pesquisa e desenvolvimento, disseram em artigo que é sensato aplicar a terceira dose de um imunizante contra o coronavírus em pessoas mais vulneráveis, que podem não ter desenvolvido resposta imune completa. Porém, a pressa em aplicar uma dose de reforço na população geral deve acontecer com base em dados clínicos, que devem ser publicados pela AstraZeneca em breve.

<em>Imagem: Reprodução/Rthanuthattaphong/Envato Elements</em>
Imagem: Reprodução/Rthanuthattaphong/Envato Elements

Os executivos dizem que esses novos estudos vão revelar como a proteção das vacinas está se mantendo ao longo de seis meses após a aplicação da segunda dose, e também como a combinação de vacinas de diferentes fabricantes pode ajudar no combate ao coronavírus. "Não sabemos que mistura de anticorpos e células T é necessária para a prevenção da forma grave da doença", diz o documento. "É por isso que precisamos do peso das evidências clínicas obtidas do mundo real antes de tomarmos uma decisão sobre a terceira dose", completa o comunicado.

Fonte: Canaltech

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