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Astra e Oxford estudam adaptações em vacina para evitar trombose

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A AstraZeneca e cientistas da Universidade de Oxford analisam se sua vacina contra a Covid-19 pode ser modificada para prevenir casos raros de trombose, segundo uma pessoa com conhecimento dos estudos.

Cientistas conduzem pesquisas em estágio inicial para saber se o imunizante pode ser alterado de alguma forma para reduzir ou remover o risco do efeito colateral, embora não haja um programa formal ou financiamento para as investigações nesta fase, disse a pessoa, que não quis ser identificada.

Vários países suspenderam o uso do imunizante da Astra no início do ano, depois que algumas pessoas desenvolveram uma rara combinação de trombose no cérebro com baixos níveis de plaquetas, que resultou em mortes em um pequeno número de casos. Posteriormente, os reguladores confirmaram que havia uma associação entre a vacina e o efeito colateral, e alguns países como o Reino Unido mudaram suas diretrizes e limitaram o uso do imunizante a algumas faixas etárias consideradas de menor risco. Efeitos colaterais raros semelhantes ocorreram com a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Johnson & Johnson, que também usa a tecnologia adenoviral.

Um porta-voz da Astra disse que a empresa está “trabalhando ativamente com reguladores e com a comunidade científica para entender esses eventos extremamente raros de trombose, incluindo informações para orientar o diagnóstico e intervenção precoces e o tratamento apropriado”. Um porta-voz da Oxford não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

A pesquisa foi divulgada pela primeira vez pelo Wall Street Journal, segundo o qual a J&J também estuda modificações para reduzir o risco de coágulos. Um porta-voz da J&J não quis comentar se a empresa está conduzindo tais investigações e apenas disse em comunicado que a farmacêutica apoia “pesquisas e análises contínuas” para ajudar na conscientização sobre efeitos colaterais raros.

A maioria dos coágulos sanguíneos com trombocitopenia concomitante no Reino Unido surgiu após a primeira dose da vacina da Astra, que requer duas injeções. Até o final de junho, 399 casos foram relatados ao regulador britânico, incluindo 71 mortes.

Assim como Astra e Oxford, outras farmacêuticas também pesquisam de forma ativa como suas vacinas podem ser alteradas para combater melhor as variantes do coronavírus. A Astra havia dito anteriormente que espera ter uma nova versão pronta até o quarto trimestre.

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©2021 Bloomberg L.P.

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