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Associação Médica Brasileira faz apelo por vacinação: “Se protege e protege também as pessoas de seu convívio social”

Anita Efraim
·2 minuto de leitura
The 2019–2020 coronavirus pandemic is an ongoing pandemic of coronavirus disease 2019 (COVID-19), caused by severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2).
Foto: Getty Images

A Associação Médica Brasileira (AMB) fez um apelo para que a população se vacine contra o coronavírus, assim que houver um imunizante disponível no Brasil. No entanto, alerta que somente a vacinação não é suficiente, é preciso continuar usando máscaras e respeitando o distanciamento social.

“É urgente o início da vacinação no Brasil. Só assim evitaremos mais mortes causadas pela COVID-19. Desde 8 de dezembro de 2020, quando a primeira dose da vacina foi ministrada no mundo ocidental, já são 23 milhões de aplicações realizadas com segurança em mais de 50 países”, declarou a instituição.

A AMB lembrou que, no próximo domingo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidirá se as vacinas CoronaVac, desenvolvida pelo Butantan e pela SinoVac, e o imunizante desenvolvido pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, podem ser usados emergencialmente no Brasil.

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Além disso, a instituição mostrou confiança nas duas vacinas apresentadas até o momento e pediu organização dos gestores públicos. “É imperioso que os gestores públicos nos três níveis (federal, estadual e municipal) atuem com organização, interação e rapidez na aquisição, disponibilização, armazenamento e aplicação das vacinas. Cada dia de vacinação terá impacto progressivo para salvar centenas de vidas de brasileiros.”

“Reconhecidamente, as vacinas representam um dos maiores feitos da humanidade. Quem recebe uma vacina se protege e protege também as pessoas de seu convívio social, incluindo familiares, amigos e colegas de trabalho”, declarou a Associação Médica Brasileira.

A entidade fez um apelo para que a população não compartilhe informações falsas sobre o imunizante e ainda lembrou que, mesmo após a vacina, é preciso continuar com as chamadas “regras de ouro”: usar máscara, lavar as mãos, manter distanciamento de 1,5 metro, evitar aglomerações, manter isolamento em caso de suspeita de covid-19 e procurar atenção médica para o diagnóstico correto.