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Associação Israelense de Judô declina proposta de trabalho para Alain Schmitt após denúncia de agressão por Margaux Pinot, ouro em Tóquio

·2 min de leitura

O caso de agressão envolvendo a campeã olímpica de judô Margaux Pinot e seu treinador e namorado Alain Schmitt chocou representantes da categoria esportiva. Schmitt chegou a ser preso após a acusação de violência, mas foi solto por "falta de provas" nesta quarta-feira, após audiência no tribunal de Bobigny, na França.

Após a repercussão do caso, a Associação Israelense de Judô declinou proposta para o ex-judoca treinar a seleção feminina do país. Schmitt foi detido horas antes de viajar para assumir o cargo. O porta-voz da Associação, Gil Levanony, disse à AFP que eles "suspenderam todo contato com ele”.

Durante a audiência, as duas partes apresentaram versões contraditórias sobre o fato. Alain Schmitt negou "100%" as acusações. Com o rosto marcado e um olho roxo, ele afirmou que não golpeou a companheira e descreveu uma luta como um "tornado", baseada no judô e desencadeada por Margaux. A judoca, por sua vez, disse que a situação “não foi uma luta de judô, foram socos” e protestou contra a versão de Schmitt. A defesa dela vai recorrer da decisão.

Margaux tornou o caso público por meio de uma postagem nas redes sociais após a audiência, quando compartilhou uma foto do rosto com marcas de socos e arranhões. Na publicação, ela escreveu: "Durante a noite de sábado para domingo, fui vítima de agressão em minha casa pelo meu companheiro e treinador. Fui insultada, socada, minha cabeça foi batida várias vezes no chão. E, finalmente, estrangulada. Pensei que iria morrer. Consegui fugir para me refugiar com meus vizinhos, que imediatamente chamaram a polícia. Tenho vários ferimentos, incluindo um nariz quebrado, e vou passar dez dias longe do trabalho", relatou a atleta.

A jodoca ainda criticou a decisão de soltura de Schmitt e descreveu a estratégia de defesa dele como "caluniosa".

"Hoje a justiça decidiu libertá-lo. De que vale a defesa caluniosa deles contra minhas feridas e o sangue espalhado no chão do meu apartamento? O que estava faltando? Morte no final, talvez? Provavelmente foi o judô que me salvou. E meus pensamentos também estão com aquelas que não podem dizer o mesmo", lamentou.

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