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Assembleia Geral da ONU pede que se impeça fluxo de armas para Mianmar

·1 minuto de leitura
Manifestante segura um cartaz durante um protesto contra o golpe militar no estado de Karen, em Mianmar

A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta sexta-feira (18) uma resolução não vinculativa condenando o golpe em Mianmar e apelando a "todos os Estados-membros que impeçam o fluxo de armas" para o país.

O texto foi aprovado por 119 nações, enquanto outras 36 se abstiveram, incluindo a China, principal apoiador de Mianmar.

Só Belarus votou contra, o que impediu a aprovação por consenso da resolução, como pretendiam os seus autores, e impôs uma votação pública, em que todos os 193 países da ONU foram obrigados a revelar sua escolha.

Dos dez integrantes da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), que participaram da negociação do texto iniciada por Liechtenstein, por sua vez apoiada pelo Ocidente, apenas quatro se abstiveram: Brunei (atual presidente da associação), Camboja, Laos e Tailândia.

Mianmar, representada pelo embaixador Kyaw Moe Tun, destituído após o golpe de fevereiro, mas ainda no cargo, paradoxalmente votou a favor do texto.

A Assembleia Geral da ONU raramente adota resoluções condenando golpes militares.

"Esta é a condenação mais ampla e universal da situação em Mianmar até hoje", disse o embaixador da União Europeia (UE) na ONU, Olof Skoog.

"A UE está orgulhosa da resolução que acaba de ser aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Ela envia uma mensagem forte e poderosa. Deslegitima a junta militar, condena os abusos e a violência contra o seu próprio povo e mostra o seu isolamento aos olhos do mundo", acrescentou.

A resolução também pede a retomada da democracia e a libertação dos líderes civis, além de reivindicar a implementação de um plano de cinco pontos elaborado em abril pela Asean.

O texto também exorta as forças armadas birmanesas a "cessar imediatamente toda a violência contra manifestantes pacíficos".

prh/vgr/dg/dga/ic/mvv

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