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Assassino de John Lennon pede desculpas a Yoko Ono: "matei pela glória"

Rafael Monteiro
·2 minutos de leitura
John Lennon e Mark Chapman, o homem que assassinou o ex-beatle (reprodução)
John Lennon e Mark Chapman, o homem que assassinou o ex-beatle (reprodução)

Mark Chapman, o assassino de John Lennon, está pedindo a sua liberdade condicional à Justiça dos Estados Unidos pela 12ª vez. Em audiência recente, ele pediu desculpas a Yoko Ono, viúva do músico, pelo crime que chocou o mundo no dia 8 de dezembro de 1980.

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"Eu sabia que era errado e fiz isso pela glória. Uma palavra, apenas glória. É isso. É que ele era famoso, extremamente famoso. Por isso ele estava no topo da lista. Quero acrescentar e enfatizar que foi um ato extremamente egoísta", disse Chapman.

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"Sinto muito pela dor que causei a ela, eu penso nisso o tempo todo”, completou ele no processo, de acordo com o portal Daily Star. Lennon tinha 40 anos quando foi baleado quatro vezes no peito por Chapman, logo após conceder ao desconhecido um autógrafo.

Relembrando o seu sentimento no momento do crime, Chapman, atualmente com 65 anos, diz que sentia inveja do ex-beatle. "Ele tinha todo aquele dinheiro, morava naquele lindo apartamento e vivia de música", falou.

"Era estilo de vida mais generoso. Isso me deixou com raiva e ciúme em comparação ao jeito que eu vivia naquela época. Havia inveja ali", continuou. Chapman pede a liberdade para "falar às pessoas sobre o Senhor".

"Eu o assassinei, usando a mesma palavra, porque ele era muito, muito, muito famoso. Eu estava muito, muito, muito, muito buscando a própria glória, muito egoísta", afirmou ainda. Chapman recebeu sentença de prisão perpétua, após ter se declarado culpado da acusação de assassinato em segundo grau.

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