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Assassinato em SP tem ligação com R$ 200 milhões em criptomoedas

·2 min de leitura
Bitcoin em meio a notas de dólar
Bitcoin em meio a notas de dólar

Uma nova morte em São Paulo tem uma suposta ligação com R$ 200 milhões em criptomoedas que sumiram do PCC. A notícia foi dada pela emissora Record TV, que apurou as circunstâncias da morte de Django, apontado como um dos líderes do tráfico de drogas no estado.

Ele foi morto no último domingo (23) com o caso sendo analisado pela polícia civil de São Paulo.

Outro líder do grupo foi assassinado recentemente e seu caso está sob análise pela polícia também. Esses casos são suspeitos de ter relação com um suposto esquema de lavagem de dinheiro.

Homem morto após R$ 200 milhões em criptomoedas sumirem

Um traficante de São Paulo foi encontrado morto pela polícia no último domingo, situação que começou a ser investigada. Após sua identificação, ficou claro que era Cláudio Marcos de Almeira, conhecido Django, líder do PCC.

Ele estava em liberdade e trabalhava para o grupo como operador de lavagem de dinheiro segundo investigações.

O corpo foi encontrado embaixo do viaduto Vila Matilde, na zona leste de São Paulo. Como era um membro respeitado, ele foi estrangulado, e não morto por tiros, segundo o R7.

A sua morte foi encomendada pelo maior líder do grupo em São Paulo, que também é investigado pela Operação Sharks, deflagrada em 2020. No Brasil e países da região, o PCC é uma das maiores organizações do tráfico de drogas.

Sequência de mortes sob investigação

No final de dezembro, outro líder foi morto a tiros em São Paulo, operador internacional e líder do grupo. Este operador realizava a lavagem de dinheiro por várias formas, com prêmios da Mega-Sena e até criptomoedas.

Como R$ 200 milhões sumiram do PCC e ele não conseguiu identificar o local do dinheiro, acabou sendo morto a bordo de um carro com seu segurança.

Para a polícia, resta saber se os casos têm ligação com outras duas mortes, em que as vítimas foram decapitadas na cidade de Suzano e Cidade Tiradentes, ambas em São Paulo.

Outra hipótese

Segundo o Brasil Urgente, outra hipótese da morte de Django é que ele estava em guerra por mais poder dentro do grupo. Ele ficou três dias desaparecido até ter seu corpo encontrado.

Ele operava com o envio de droga para o exterior através do porto de Santos, mas com a morte de Anselmo em dezembro, o Magrelo, que era seu parceiro. O jornalista Datena acredita que o caso pode ser parte de uma série de extermínios na disputa pelo poder no PCC.

Fonte: Livecoins

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