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Asilo de Minas Gerais confirma 33 casos de Covid-19; Todos os idosos foram vacinados

·2 minuto de leitura

Um asilo na cidade de Lavras, em Minas Gerais, confirmou a contaminação por Covid-19 de 33 idosos que vivem na instituição. Segundo a Casa do Vovô, todos já foram vacinados contra a doença. De acordo com a prefeitura, houve um "surto" da doença no local. As Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária e a secretaria municipal de Saúde acompanham o caso.

Em nota, a coordenação do asilo informou que os contaminados estão assintomáticos e isolados. Na semana passada, um dos residente faleceu, mas a causa da morte ainda não foi confirmada. Os idosos foram testados após um funcionário apresentar sintomas da doença.

"Nossos vovôs e vovós estão sendo cuidados com todo zelo e carinho e esperamos que muito em breve possamos trazer o comunicado com a recuperação de todos os contaminados. Todos os protocolos estão sendo devidamente seguidos para manter todos em segurança desde o início da pandemia, em março de 2020, mas infelizmente estamos sujeitos a ocorrências desse tipo até que tenhamos uma total erradicação do vírus. Agradecemos o apoio de toda a nossa equipe de trabalhadores, médicos voluntários e colaboradores", diz o comunicado.

Em comunicado, a prefeitura ressaltou que "todas as medidas estão sendo tomadas pelo município, que segue monitorando a situação".

Nenhuma vacina contra a Covid-19 é 100% eficaz, por isso, mesmo os que já estão adequadamente vacinados ainda podem ser infectados. Uma pessoa apenas é considerada protegida de duas ou três semanas após receber o número de doses recomendadas. São duas no caso da CoronaVac, da vacina de Oxford/AstraZeneca e da Pfizer, atualmente utilizadas no Brasil.

A microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência Natalia Pasternak explica que a eficácia de uma vacina é a probabilidade de que, após tomá-la, uma pessoa não adoeça, de acordo com o que foi observado nos testes clínicos. No caso da CoronaVac, por exemplo, a eficácia de 50,4% significa que quem foi adequadamente vacinado tem a chance de ficar doente reduzida pela metade. No caso da vacina de Oxford/AstraZeneca, a eficácia apresentada foi de 70%, segundo uma revisão publicada na revista científica Lancet. Dados mais recentes, de testes nos EUA, apontaram a eficácia de 76%, segundo o laboratório.

Pasternak destaca que as vacinas contra a Covid-19 não são "mágicas" e não são uma estratégia individual. Por isso, para saber se estão funcionando é preciso observar a população em geral, e não individualmente.

— Por isso a importância de usar a vacina como estratégia coletiva. Quanto mais gente for vacinada, menos frequentes ficam as exceções [casos graves após vacinação] — afirma Pasternak.

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