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Artistas cubanos boicotam Bienal de Havana após prisões do governo

·2 min de leitura

Artistas cubanos decidiram boicotar a próxima edição da Bienal de Havana, exposição de artes visuais que começa em 21 de novembro, e convocaram colegas para ampliar o movimento.

O comunicado foi divulgado nas redes e assinado por nomes importantes da cena de Cuba, como a performer Tania Bruguera, a crítica e curadora Coco Fusco e Marcos Castillo, um dos fundadores do coletivo Los Carpinteros. O boicote é justificado pelo fato de que centenas de cubanos, entre estes vários artistas e intelectuais, ainda estão presos pelos protestos contra o regime local realizados em julho.

“Dizemos não à participação na Bienal de Havana pelas injustiças cometidas pelo governo cubano contra os profissionais das artes cubanos e contra os cidadãos cubanos que buscam exercer seus direitos constitucionais”, afirma o texto. “Dizemos não à Bienal de Havana porque os artistas cubanos estão há meses na prisão, porque dezenas de profissionais das artes estão em prisão domiciliar, porque mais de mil de nossos concidadãos foram presos durante os protestos em massa ocorridos em 11 de julho”.

O comunicado diz ainda que os artistas esgotaram os meios para tentar libertar colegas, depois de terem feito petições, enviado cartas e produzido música e arte de protesto, além de terem conversado com o Ministério da Cultura e líderes da ditatura cubana.A 14ª edição da Bienal de Havana tem como lema "futuro e contemporaneidade" e ocorre entre 12 de novembro e 30 de abril de 2022. Em sua convocatória, o evento diz que privilegia artistas cubanos pelas "circunstâncias atuais, marcadas pela crise sanitária", e em seu perfil no Facebook se apresenta um espaço para o diálogo, a liberdade de expressão e a criação artística.

A demanda por mais liiberdade marcou os protestos que tomaram a ilha em julho, os maiores de três décadas contra o regime que está no poder desde 1959.

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