Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.786,30
    +2.407,38 (+2,24%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.736,48
    +469,28 (+1,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    44,83
    +1,77 (+4,11%)
     
  • OURO

    1.804,60
    -33,20 (-1,81%)
     
  • BTC-USD

    18.850,24
    +398,27 (+2,16%)
     
  • CMC Crypto 200

    374,00
    +4,25 (+1,15%)
     
  • S&P500

    3.635,41
    +57,82 (+1,62%)
     
  • DOW JONES

    30.046,24
    +454,97 (+1,54%)
     
  • FTSE

    6.432,17
    +98,33 (+1,55%)
     
  • HANG SENG

    26.588,20
    +102,00 (+0,39%)
     
  • NIKKEI

    26.165,59
    +638,22 (+2,50%)
     
  • NASDAQ

    12.095,75
    +190,50 (+1,60%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3966
    -0,0437 (-0,68%)
     

Artistas como Anitta, Taís Araujo e Bruno Gagliasso criticam Bolsonaro por decreto sobre privatização na saúde

Extra
·1 minuto de leitura

RIO - Uma série de famosos usou as redes sociais para criticar o presidente Jair Bolsonaro pelo decreto que autorizava a equipe econômica a preparar um modelo de privatização de unidades básicas de saúde (UBS), postos de atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre eles, estão a cantora Anitta e os atores Taís Araujo e Bruno Gagliasso.

“Defenda o SUS”, publicou Anitta, que prosseguiu: “De onde eu vim, já precisei do SUS até pouco tempo atrás. Ele representa muito mais do que vocês acham que representa”.

A medida havia sido assinada anteontem em conjunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e previa a “elaboração de estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”. Segundo o Ministério da Economia, o principal ponto do projeto seria dar soluções para as 4 mil unidades que estaria m inacabadas.

O presidente Jair Bolsonaro suspendeu a medida nesta quarta-feira. A revogação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União. Antes, Bolsonaro anunciou a decisão em uma rede social.

Porta de entrada no SUS, as UBS oferecem à população serviços gratuitos de saúde, como vacinação e consultas com médicos da família, pediatras, ginecologistas, clínicos gerais e dentistas, além de exames laboratoriais. Sua principal função é prevenir e tratar doenças de baixa complexidade para evitar a sobrecarga em hospitais.