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Artigo: ‘Um verdadeiro desastre’, por Coronel Robson Rodrigues

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RIO - A operação no Jacarezinho pode ser classificada como um verdadeiro desastre como política de segurança pública. Resta saber se o governador Cláudio Castro vai manter a estratégia do ex-governador Wilson Witzel que defendia “tiro na cabecinha” ou vai desenvolver ações e políticas públicas efetivas para a população.

O número de mortos, incluindo um policial civil, depõe contra a ação. Segurança pública, em tese, deve proteger a vida e não promover a morte. Além disso, tem um outro lado: o baixo impacto na estrutura dessas organizações. É o que se chama de enxugar gelo.

Se a investigação durou dez meses, como a polícia informou, dava para ser feito um planejamento muito mais adequado do que se viu, inclusive sobre a avaliação de riscos para a população, os moradores e os próprios policiais, já que um dos agentes morreu. Outro ponto que demonstra isso foi que tivemos até passageiros do metrô feridos.

A própria Polícia Civil já realizou operações anteriores mais eficientes, que resultaram na apreensão de armas potentes, antes de chegarem ao destino, evitando confrontos. E, evitando, assim, o risco de haver o que eles chamam de efeitos colaterais, por atingir inocentes.