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Artefatos que causaram incêndio na Kiss não devem ser usados em local fechado, diz gerente de loja que vendeu fogos

·2 min de leitura

SÃO PAULO — O gerente da loja onde foram comprados os artefatos pirotécnicos que causaram o incêndio na boate Kiss, Daniel Rodrigues da Silva, afirmou que os objetos usados no dia da tragédia não podem ser usados em locais fechados.

Daniel foi ouvido como testemunha no terceiro dia do júri da Kiss, realizado nesta sexta-feira em Porto Alegre. Questionado pelo juiz Orlando Faccini Neto sobre por que a Chuva de Prata e a Sputnik, dois artefatos usados no dia do incêndio, não são recomendados para esse tipo de ambiente.

— Porque ele produz uma faísca quente, que queima, e mesmo sendo de ambiente externo, é exigido na embalagem uma distância mínima de pessoas, objetos, já para evitar algum tipo de pequeno acidente em ambiente externo, ainda mais em ambiente interno. Em interno, em hipótese alguma — afirmou Daniel.

O artefato Sputnik foi comprado pelo produtor da banda e um dos réus, Luciano Bonilha, numa data próxima ao show, segundo Daniel. Ele disse que seu funcionário instruiu o cliente sobre a utilização correta dos fogos.

A defesa de Bonilha alegou que o artefato foi vendido de forma avulsa, o que, de acordo com a embalagem do produto, seria proibido. Daniel se recusou a ler o rótulo da caixa de fogos de artifício com a instrução de venda, e irritou o advogado Jean Severo. O juiz precisou intervir e suspender a sessão após um bate-boca entre as partes.

— Hoje, não está legal. Hoje, não está legal. A próxima que o senhor me fizer, o senhor não vai ficar mais aqui — disse o magistrado.

Gianderson Machado da Silva, funcionário de uma empresa de extintores de incêndio, foi o segundo a ser ouvido, na parte da tarde, mas acabou perdendo a condição de testemunha. Isso porque a defesa de um dos réus, Mauro Hoffmann, pediu a suspensão do depoimento, alegando que sua filha publicou um tuíte pedindo a condenação dos réus no caso. Faccini Neto analisou o pedido e decidiu ouvir Gianderson, desta vez como informante.

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