Mercado fechará em 6 h 44 min
  • BOVESPA

    100.552,44
    +12,61 (+0,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.669,25
    +467,44 (+1,22%)
     
  • PETROLEO CRU

    40,35
    +0,32 (+0,80%)
     
  • OURO

    1.916,30
    -13,20 (-0,68%)
     
  • BTC-USD

    12.921,38
    +1.864,37 (+16,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    260,37
    +15,48 (+6,32%)
     
  • S&P500

    3.435,56
    -7,56 (-0,22%)
     
  • DOW JONES

    28.210,82
    -97,97 (-0,35%)
     
  • FTSE

    5.787,57
    +11,07 (+0,19%)
     
  • HANG SENG

    24.786,13
    +31,71 (+0,13%)
     
  • NIKKEI

    23.474,27
    -165,19 (-0,70%)
     
  • NASDAQ

    11.686,50
    -4,75 (-0,04%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6354
    -0,0146 (-0,22%)
     

Arrecadação federal cresce 1,33% em agosto após 6 meses consecutivos de queda

FÁBIO PUPO
·1 minuto de leitura

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A arrecadação federal de impostos registrou alta real de 1,33% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2019. Esse é o primeiro resultado positivo após seis meses de retração, influenciado pelo início do pagamento de tributos adiados nos últimos meses. De acordo com a Receita Federal, os diferimentos somaram R$ 64,5 bilhões ao longo dos últimos meses e, em agosto, os pagamentos foram reiniciados. Somente com Cofins e PIS/Pasep, houve uma arrecadação conjunta de R$ 31,8 bilhões em agosto, o que representa um acréscimo real de 16,28%. Conforme o Fisco, os contribuintes pagaram contribuições com vencimento em abril neste mês. A Receita Previdenciária teve arrecadação de R$ 40 bilhões, com acréscimo real de 13,74%. Esse resultado pode ser explicado, de acordo com os técnicos, pelo pagamento em agosto da contribuição previdenciária patronal relativa ao mês de abril e dos parcelamentos especiais relativos ao mês de maio de 2020. Com isso, fica interrompida a sequência de quedas no ano. Até julho, os recolhimentos federais apresentaram expansão em apenas um mês: janeiro (4,69%). Em fevereiro e março, houve queda de 2,71% e 3,32% (respectivamente). Em abril, com os efeitos da pandemia, começaram as quedas de dois dígitos. Naquele mês, houve retração de 28,95% contra um ano antes e, em maio, de 32,92%. Junho voltou a registrar um forte recuo, de 29,59%. Mas, em julho, os efeitos começaram a arrefecer e a retração foi de 17,68%. No acumulado do ano, continua havendo queda. A arrecadação foi de R$ 906 bilhões até agosto, o que representa uma retração real de 13,23% na comparação com igual período de 2019.