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Arrecadação federal começa 2021 em queda e aponta perda de força da atividade econômica com Covid

FÁBIO PUPO
·2 minuto de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Arrecadação federal começa 2021 em queda e aponta perda de força da atividade econômica com Covid. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Arrecadação federal começa 2021 em queda e aponta perda de força da atividade econômica com Covid. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Receita Federal registrou uma arrecadação de R$ 180,2 bilhões em janeiro, uma queda real de 1,5% na comparação com o mesmo mês de 2020. Os dados mostram que a atividade econômica segue prejudicada pelos efeitos da Covid-19, que chegou ao Brasil no fim de fevereiro.

O resultado interrompe a sequência de cinco meses de recuperação no fim de 2020 e pressiona as perspectivas para as contas públicas neste começo de ano.

Em 2020, a pandemia havia afetado os dados com mais força de abril a julho. Nesse período, o percentual de queda na receita chegou a dois dígitos (na comparação com os respectivos meses do ano anterior). A partir de agosto, os dados mostraram crescimento até o mês de dezembro.

Mesmo com a melhora no fim de 2020, no entanto, a arrecadação terminou o ano passado com um resultado de R$ 1,526 trilhão -uma queda real de 6,91% em relação ao ano anterior. O resultado foi o mais baixo em dez anos, já considerando a série histórica atualizada pela inflação.

De acordo com a Receita, o resultado de janeiro de 2021 foi influenciado por indicadores macroeconômicos em nível inferior ao do início do ano passado -como as vendas de serviços e o valor em dólar de importações.

Por outro lado, a produção industrial e a venda de bens mostram sinais de recuperação ao crescerem no mesmo período.

Dentre os tributos, a maior retração em valores brutos na comparação com janeiro de 2020 foi observada na receita previdenciária. A queda indica um mercado de trabalho menos aquecido do que no começo de 2020.

Também afetou os números o crescimento das compensações tributárias, quando empresas alegam à Receita terem créditos com o Fisco e abatem o pagamento de impostos. O valor chegou a R$ 23 bilhões em janeiro, um crescimento de 38% em relação a um ano antes.