Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.177,55
    -92,52 (-0,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    55.164,01
    +292,65 (+0,53%)
     
  • PETROLEO CRU

    81,17
    +1,02 (+1,27%)
     
  • OURO

    1.929,70
    -12,90 (-0,66%)
     
  • BTC-USD

    23.067,02
    -83,71 (-0,36%)
     
  • CMC Crypto 200

    523,70
    -3,49 (-0,66%)
     
  • S&P500

    4.060,43
    +44,21 (+1,10%)
     
  • DOW JONES

    33.949,41
    +205,57 (+0,61%)
     
  • FTSE

    7.761,11
    +16,24 (+0,21%)
     
  • HANG SENG

    22.566,78
    +522,13 (+2,37%)
     
  • NIKKEI

    27.362,75
    -32,26 (-0,12%)
     
  • NASDAQ

    12.074,00
    +200,75 (+1,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5192
    -0,0196 (-0,35%)
     

Arma futurista da posse de Lula não atira balas e serve para interceptar drones

A imagem de um agente da Polícia Federal segurando uma arma peculiar de visual futurista viralizou no último fim de semana, durante a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar de seu grande tamanho e formato diferente, o dispositivo não é capaz de atirar balas (como são popularmente chamados os projéteis tradicionais), pois é voltado para interceptação de drones.

Arma da posse emite ondas de radiofrequência (Imagem: Carl de Souza/AFP)
Arma da posse emite ondas de radiofrequência (Imagem: Carl de Souza/AFP)

Trata-se do modelo DroneGun Tactical, fabricado pela marca australiana DroneShield. De acordo com informações da empresa, a arma oferece “respostas seguras contra uma ampla variedade de UAS (Sistema de Aeronaves não Tripuladas, da sigla em inglês), sem danos ao ambiente em volta”.

Seu uso é voltado para operações especiais, e no Brasil é restrito às forças de segurança. Além disso, os agentes precisam passar por diversos treinamentos antes de portar a arma em eventos como a posse presidencial.

Como funciona a arma da posse

DroneGun Tactical tem peso de 7 kg (Imagem: Divulgação/DroneShield)
DroneGun Tactical tem peso de 7 kg (Imagem: Divulgação/DroneShield)

O acionamento da arma traz alguns aspectos tradicionais: basta apontar na direção desejada e pressionar o gatilho. Por conta de seu formato, o manuseio do dispositivo precisa ser realizado com as duas mãos.

A partir de então, a DroneGun Tactical emite uma série de sinais de radiofrequência, que cortarão a comunicação com a pessoa que opera o drone à distância. Desta forma, a aeronave passa a ser comandada pelo agente de segurança, e ainda é possível identificar de onde está sendo realizado o controle.

Para isso, a arma tem antenas direcionais de alta performance, e um painel de controle serve para selecionar a frequência que deve ser interceptada. Mesmo com grandes dimensões, seu peso é relativamente leve, com 7 kg.

Caso necessário, é possível ainda fazer a interceptação de múltiplas bandas de frequência ao mesmo tempo, em áreas amplas e com diferentes condições de ambiente.

Painel de controle permite ajustes diversos (Imagem: Divulgação/DroneShield)
Painel de controle permite ajustes diversos (Imagem: Divulgação/DroneShield)

Durante a posse, a arma foi utilizada para interceptar um drone não identificado. Ele foi redirecionado a um local seguro em questão de minutos.

Apesar da repercussão recente, a DroneGun Tactical já está homologada no Brasil há pouco mais de um ano. Desde então, ela já foi utilizada para evitar a presença de drones em presídios, onde as aeronaves seriam utilizadas para transportar celulares e drogas.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: