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Argentina vai acertar plano econômico com FMI e depois apresentá-lo ao Congresso, diz fonte

·2 min de leitura
Manifestantes na Praça de Maio, em Buenos Aires

Por Hugh Bronstein

BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina planeja chegar a um acordo sobre um novo plano econômico de longo prazo com a equipe do Fundo Monetário Internacional (FMI) antes de apresentá-lo ao Congresso, disse uma fonte do governo, em meio a negociações para garantir um pacto que busca rolar mais de 45 bilhões de dólares devidos ao Fundo.

Com os argentinos sofrendo com a inflação elevada, que consome seu poder de compra, a coalizão no governo do país sul-americano foi duramente derrotada em uma recente eleição de meio de mandato. O país precisa de um acordo com o FMI para emergir da sombra das dívidas que não pode pagar e recuperar o acesso aos mercados financeiros internacionais.

"É nossa intenção chegar a um acordo sobre um programa econômico apoiado pelo corpo técnico do FMI. A intenção de toda a coalizão governante é finalizar isso neste ano", disse a fonte, que tem conhecimento direto das negociações, à Reuters.

"A Argentina está negociando o programa econômico com funcionários do FMI", disse a fonte.

O FMI não respondeu a um pedido de comentário.

A fonte, que pediu para não ser identificada devido à sensibilidade das negociações, disse que as questões pendentes incluem concordar "com a velocidade da consolidação fiscal e a velocidade com que o financiamento monetário será reduzido".

A pessoa disse que o governo quer arrecadar fundos por meio de melhora na arrecadação de impostos e através de acordos com outros credores multilaterais, em vez de cortar gastos públicos.

"O ponto crítico é como financiar uma trajetória de consolidação fiscal que não envolva uma política de gastos contracionista", acrescentou a fonte.

O presidente do país, Alberto Fernández, cuja coalizão peronista precisa reconquistar eleitores antes das eleições presidenciais de 2023, prometeu não cortar os gastos do governo de forma que prejudique a recuperação da Argentina ante uma longa recessão, que foi exacerbada no ano passado pela pandemia de Covid-19.

O governo, incapaz de fazer pagamentos que totalizam quase 19 bilhões de dólares no ano que vem, está em negociações com o FMI desde o ano passado para adiar o pagamento de 45 bilhões de dólares referentes a um acordo de empréstimos do ex-presidente Mauricio Macri, fracassado em 2018.

Na esteira da derrota de domingo na eleição legislativa, em que os peronistas perderam sua maioria no Senado pela primeira vez desde 1983, Fernández disse que um plano econômico de vários anos seria enviado ao Congresso em dezembro.

Um novo acordo precisará de apoio do FMI, e será debatido no Congresso com os partidos da oposição, encorajados recentemente por forte resultado nas eleições de meio de mandato.

Embora algumas divergências tenham surgido entre os peronistas, a fonte disse que "toda a coalizão governista está de acordo em refinanciar a dívida do FMI".

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