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Argentina usa prazo de carência para acordo com Clube de Paris

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A Argentina vai adiar o pagamento da dívida de US$ 2,4 bilhões com o Clube de Paris que vence na segunda-feira. O governo planeja usar o período de carência de 60 dias para buscar um acordo com o grupo e evitar outro default.

A Argentina pretende continuar as negociações com o Clube de Paris depois de pedir mais tempo para buscar um acordo sobre a dívida, segundo uma pessoa com conhecimento direto do assunto, que pediu para não ser identificada.

O governo do presidente Alberto Fernández tenta evitar um default prejudicial para que possa refinanciar a dívida após refinanciar um empréstimo de US$ 45 bilhões com o Fundo Monetário Internacional. A Argentina tinha que pagar US$ 2,2 bilhões do principal e US$ 237 milhões em juros ao clube em maio, segundo dados do Ministério da Economia.

Uma porta-voz do Clube de Paris não quis comentar, e um porta-voz do palácio presidencial não respondeu de imediato. A assessoria de imprensa do Ministério da Economia não quis comentar.

Sem acesso aos mercados de dívida internacional, a Argentina solicita uma renúncia temporária ao Clube de Paris após três anos de recessão. A Bloomberg News informou em 14 de maio que o grupo estava disposto a ajudar a Argentina evitar o default se o país atender a certas condições.

Embora o maior exportador de derivados de soja seja beneficiado pelo rali dos preços das commodities agrícolas, a Argentina ainda precisa enfrentar outros grandes empréstimos com vencimento no final deste ano, incluindo US$ 753 milhões em pagamentos de juros e US$ 3,8 bilhões em principal do fracassado programa de 2018 do país com o FMI.

Em maio de 2014, o país fechou um acordo com o Clube de Paris para pagar uma dívida de US$ 9,7 bilhões após 13 anos de default. O empréstimo deveria ser pago em um período de cinco anos, mas os recentes problemas financeiros do país atrasaram os pagamentos finais devidos neste mês.

Alemanha, Japão, Reino Unido, Estados Unidos, Itália, Espanha e Canadá estão entre os 16 países credores neste acordo. Algumas nações do Clube de Paris, incluindo os EUA, disseram que gostariam que Fernández detalhasse seus planos econômicos.

“Continuamos apoiando o envolvimento da Argentina com o Fundo Monetário Internacional e com o Clube de Paris e incentivamos o governo Fernández a apresentar um plano econômico que permitirá à Argentina retornar ao crescimento, desmantelar as restrições temporárias de acesso ao mercado e maximizar a sustentabilidade da dívida”, afirmou o porta-voz da embaixada em Buenos Aires em comunicado enviado por e-mail.

Desde 1956, a Argentina solicitou nove linhas de crédito ao Clube de Paris.

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©2021 Bloomberg L.P.

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