Mercado fechado
  • BOVESPA

    93.952,40
    -2.629,76 (-2,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    36.987,86
    +186,49 (+0,51%)
     
  • PETROLEO CRU

    35,72
    -0,45 (-1,24%)
     
  • OURO

    1.878,80
    +10,80 (+0,58%)
     
  • BTC-USD

    13.573,85
    +275,00 (+2,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    265,42
    +1,78 (+0,68%)
     
  • S&P500

    3.269,96
    -40,15 (-1,21%)
     
  • DOW JONES

    26.501,60
    -157,51 (-0,59%)
     
  • FTSE

    5.577,27
    -4,48 (-0,08%)
     
  • HANG SENG

    24.107,42
    -479,18 (-1,95%)
     
  • NIKKEI

    22.977,13
    -354,81 (-1,52%)
     
  • NASDAQ

    11.089,00
    -253,75 (-2,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6872
    -0,0584 (-0,87%)
     

Argentina tem instrumentos necessários para manter política cambial, diz Guzmán

·1 minuto de leitura
.
.

BUENOS AIRES (Reuters) - O ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán, disse nesta sexta-feira que o país tem os instrumentos para manter a atual política cambial, apesar do colapso das reservas internacionais e da disparidade entre as taxas de câmbio oficial e informal do peso.

Falando em uma conferência de desenvolvimento de negócios, Guzmán disse que a taxa de câmbio oficial "representa a realidade argentina na frente comercial".

O banco central da Argentina adotou neste mês uma flutuação controlada da moeda local, o peso, acabando com sua estratégia atual de "desvalorização diária uniforme".

O peso no mercado informal, por sua vez, continuava enfraquecendo, à medida que a confiança diminuía. A moeda bateu uma mínima histórica de 175 pesos por dólar nesta sexta-feira, diferença de mais de 125% ante a taxa oficial.

"Geraram-se expectativas que explicam essa lacuna, mas não representam a realidade argentina", disse Guzmán em entrevista ao grupo de desenvolvimento empresarial local IDEA.

O ministro disse ainda que o país sul-americano, abalado por uma crise, deve convergir para o equilíbrio fiscal.

O governo está trabalhando com um déficit fiscal de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 e uma recuperação econômica de 5,5%, de acordo com um esboço do texto do Orçamento.

(Por Eliana Raszewski)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447757)) REUTERS JCG AC