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Argentina sofre com desemprego recorde devido à pandemia

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Presidente argentino, Alberto Fernández
Presidente argentino, Alberto Fernández

A taxa de desemprego na Argentina alcançou 13,1% da população ativa no segundo trimestre, um recorde nos últimos 15 anos, em meio ao momento mais restritivo do confinamento contra a pandemia da covid-19, informou nesta quarta-feira (23) o Instituto de Estatísticas e Censos (Indec).

O desempregou aumentou em 2,7 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre de 2020 (10,4%) e 2,5 pontos percentuais se comparado ao segundo trimestre de 2019 (10,6%), explicou o relatório. O estudo engloba o período mais difícil para a atividade econômica na Argentina.

No segundo trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do país sofreu uma contração de 19,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, em função das rigorosas restrições para tentar conter a propagação da covid-19, responsável por quase 14.000 mortes e mais de 650.000 contaminações em território argentino.

De acordo com o estudo, 1,44 milhão de pessoas não encontram trabalho. A população ativa na Argentina é de 11 milhões de pessoas.

Em uma análise por gênero e idade, o relatório revela que o desemprego aumentou em todos os grupos, mas que é maior entre mulheres de 14 a 29 anos, onde passou de 23,9% no primeiro trimestre de 2020 para 28,5% no segundo.

A Argentina está em recessão desde 2018. Projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) estimam que o PIB do país cairá 9,9% em 2020.

sa/nn/am