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Argentina registra novo recorde de contágios, mas flexibiliza restrições

·2 min de leitura
Pessoas em centro de testagem móvel para a covid-19 em Mar del Plata, na Argentina, em 11 de janeiro de 2022 (AFP/Mara Sosti) (Mara Sosti)

A Argentina, onde desde dezembro a variante ômicron da covid-19 tem se propagado, registrou novo recorde de casos nesta terça-feira (11), com 134.439 contágios, mas flexibilizou as normas de isolamento para quem recebeu dose de reforço da vacina.

"Esta é uma etapa completamente diferente da onda anterior, não só na Argentina, mas no mundo. Temos 85% da população com uma dose e 74% com duas, e 60% das equipes de saúde e 40% dos maiores de 60 anos com doses de reforço", disse a ministra da Saúde, Carla Vizzotti, ao fazer o anúncio.

Quem tiver tomado três doses da vacina e não apresentar sintomas será isento de fazer isolamento, caso tiver tido contato próximo com um caso positivo. Até agora, estas pessoas deviam se isolar por cinco dias.

Os não vacinados, os que receberam uma dose ou os que foram vacinados antes de agosto deverão se isolar por dez dias se tiverem tido contato próximo com infectados. Os vacinados com duas doses só terão que se isolar e fazer testes entre três e cinco dias.

A União Industrial Argentina pediu esta semana ao governo para tomar medidas para frear 7,5% de absenteísmo provocado pela condição de contato estreito de pelo menos 80 mil trabalhadores de todo o país.

O pessoal de saúde também registra maior absenteísmo, devido aos isolamentos por causa da covid-19.

"Ao invés da preocupação por leitos de terapia intensiva, nos preocupa o absenteísmo no trabalho", declarou Vizzotti em entrevista por rádio.

Com 45 milhões de habitantes, a Argentina acumula 6,5 milhões de casos de covid-19, e quase 117.600 mortes. Nesta terça, registrou 52 mortes.

O governo sustenta que apesar de o país atravessar uma disparada de casos, que passou de 5.000 contágios diários no fim de dezembro a mais de 134.000 nesta terça-feira, isso não se traduziu em maior número de mortes.

A ocupação nos leitos de terapia intensiva tem aumentado lentamente ao longo das últimas semanas e situa-se em 40%.

Em plena temporada de férias de verão, com milhões de argentinos deslocando-se pelos principais centros turísticos, os postos de testagem continuam abarrotados pela rápida propagação da variante ômicron.

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