Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.672,76
    -3.755,42 (-3,28%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.402,73
    -283,30 (-0,54%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,89
    +0,45 (+0,55%)
     
  • OURO

    1.769,50
    +3,80 (+0,22%)
     
  • BTC-USD

    64.203,46
    +2.887,30 (+4,71%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.480,34
    +16,99 (+1,16%)
     
  • S&P500

    4.519,63
    +33,17 (+0,74%)
     
  • DOW JONES

    35.457,31
    +198,70 (+0,56%)
     
  • FTSE

    7.217,53
    +13,70 (+0,19%)
     
  • HANG SENG

    25.787,21
    +377,46 (+1,49%)
     
  • NIKKEI

    29.215,52
    +190,06 (+0,65%)
     
  • NASDAQ

    15.416,75
    +126,25 (+0,83%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4912
    +0,0997 (+1,56%)
     

Argentina fará pagamento de US$1,9 bi ao FMI

·1 minuto de leitura
Palácio presidencial Casa Rosada em Buenos Aires

BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina fará um pagamento de quase 1,9 bilhão de dólares ao Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quarta-feira, de acordo com duas fontes do governo e a agência de notícias estatal Telam, em amortização de uma dívida com o organismo multilateral que totaliza 45 bilhões de dólares.

O pagamento será feito com recursos que a Argentina recebeu do programa de Direitos Especiais de Saque (SDRs, na sigla em inglês) do FMI distribuídos em agosto para ajudar membros da instituição global a combater as consequências econômicas da pandemia do coronavírus. Os SDRs representam ativos em moeda estrangeira.

A agência de notícias estatal Telam confirmou que os recursos dos SDRs seriam usados ​​para permitir a transferência de 1,885 bilhão de dólares.

A Argentina precisa fazer um pagamento ao FMI de 400 milhões de dólares em juros em novembro e de cerca de 1,9 bilhão de dólares em principal em dezembro, de acordo com um cronograma de suas obrigações de dívida.

O país sul-americano está em negociações com o Fundo para reestruturar sua dívida, num momento em que sua economia tem sido prejudicada por uma inflação persistentemente alta e aumento da pobreza, problemas agravados pela pandemia ainda em curso.

(Por Jorge Iorio)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos