Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.923,93
    +998,33 (+0,90%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.234,37
    -223,18 (-0,43%)
     
  • PETROLEO CRU

    80,34
    -0,88 (-1,08%)
     
  • OURO

    1.797,30
    -3,80 (-0,21%)
     
  • BTC-USD

    17.026,47
    +95,67 (+0,57%)
     
  • CMC Crypto 200

    404,33
    +2,91 (+0,72%)
     
  • S&P500

    4.071,70
    -4,87 (-0,12%)
     
  • DOW JONES

    34.429,88
    +34,87 (+0,10%)
     
  • FTSE

    7.556,23
    -2,26 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    18.675,35
    -61,09 (-0,33%)
     
  • NIKKEI

    27.777,90
    -448,18 (-1,59%)
     
  • NASDAQ

    11.979,00
    -83,75 (-0,69%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4940
    +0,0286 (+0,52%)
     

Argentina chega a acordo com Clube de Paris sobre dívida de US$2 bi

Ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa

BUENOS AIRES (Reuters) - A Argentina chegou a um acordo para o pagamento de cerca de 1,97 bilhão de dólares que deve ao Clube de Paris, disseram o governo da Argentina e o grupo de credores nesta sexta-feira, o que atrasará os pagamentos até 2028 e trará alívio de cerca de 248 milhões de dólares ao país.

"Hoje, a Argentina concluiu com sucesso um acordo com o Clube de Paris para normalizar as relações entre nosso país, nossas empresas e nossos trabalhadores com os países do bloco europeu", disse o ministro da economia argentino, Sergio Massa.

O acordo reduz a atual taxa de juros da dívida de 9% para uma média ponderada de 4,5%, de acordo com um documento compartilhado com a Reuters por autoridades. Os pagamentos começam a partir de dezembro com os juros gradualmente subindo de 3,9%.

A Argentina pagará cerca de 40% nos próximos dois anos, disse o governo no documento, um perfil de pagamento que afirmou ser "sustentável e não comprometer o processo de fortalecimento das reservas internacionais".

Buenos Aires, que reestruturou mais de 100 bilhões de dólares em dívidas com credores privados e o Fundo Monetário Internacional (FMI) nos últimos dois anos, continua em uma posição precária, com reservas em moeda estrangeira escassas que tenta reconstruir.

O Clube de Paris, que tem Estados Unidos, Japão e Alemanha entre seus membros, deu à Argentina no ano passado mais tempo para pagar a dívida, permitindo que Buenos Aires negociasse uma reformulação bem sucedida de seu programa com o FMI sobre um novo programa de 44 bilhões de dólares.

O Clube de Paris disse em comunicado que os dois lados renovaram o acordo da dívida para liquidar os pagamentos restantes ao longo de um período de seis anos entre dezembro de 2022 e setembro de 2028.

(Por Nicolas Misculin)